The New Landscapes India programme generated significant impact across innovation, skills development, and sector engagement. It also fostered sector-wide engagement through exhibitions, knowledge exchange, and policy dialogue, reinforcing UK-India collaboration, cultural exchange, and providing greater visibility of joint innovation across the sector.
This report provides an overview of the programme’s context, delivery model, and principal achievements. Alongside detailed SME project case studies illustrating the breadth of research and innovation undertaken, whilst collated data highlights the wider economic, social and cultural impact through the scheme».
This report examines corporate sustainability today from a practitioner perspective, spanning priorities, investment, measurement, and integration, while tracking shifts over the past decade against 2016 benchmarks».
SINOPSE «No verão de 1941, os soldados alemães cercaram a
cidade russa de Leninegrado - a atual Sampetersburgo - e deram início ao
bloqueio mais longo de que há registo histórico. Numa estimativa por defeito, o
cerco iria ceifar as vidas de 750 mil pessoas que, na sua maioria, morreram de
inanição.
No centro da cidade sob ataque erguia-se um palácio transformado que albergava
o maior acervo de plantas vivas jamais reunido - o primeiro banco de sementes
do mundo. Depois de se terem malogrado as tentativas de transferir a coleção
para outro local, e à medida que os mantimentos diminuíam, os cientistas
responsáveis viram-se confrontados com uma decisão terrível: deveriam
distribuir os espécimes pela população faminta, ou preservá-los na esperança de
que contivessem a solução para pôr termo à fome mundial?
Recorrendo a fontes inéditas, O Jardim Proibido de Leninegrado conta a história notável e comovente dos
botânicos que permaneceram no Instituto das Plantas durante os dias mais
sombrios do cerco, arriscando as suas vidas em nome da ciência».Saiba mais.
«The Paris Agreement made clear that climate commitments require public finance, not just policy ambition. Countries’ Nationally Determined Contributions (NDCs) set targets, but targets don’t implement themselves—they require public choices about spending, taxation, subsidies, investment and risk. The budget is where climate goals are tested against real action.
The OECD’s Beyond Green Tagging, and the IMF’s guidance on climate-sensitive PFM, each point to the same gap: governments’ climate commitments often don’t match the fiscal systems used to plan, allocate, and account for public money. Yet global attention and negotiations tend to focus on how much climate financing is needed, where it will come from and whether countries are receiving enough support. Too little attention is paid to whether commitments are visible in the budget decisions that determine what is funded, what is taxed (or not), what is prioritized, and what is tracked—and whether spending is assessed for climate impact. (...)». +.
A propósito da FALTA DE ÁGUA EM ALMADA muito se tem falado. Em andanças por África já tivemos ocasiões em que sentimos profundamente o que isso significa. Não ter água para beber, nem para o resto. Com frequência dizemos que «água é tudo». Sentimos necessidade de trazer o assunto para aqui, para quem o desconhece ver como as Nações Unidas trata o PROBLEMA. Temos informação que nos permite que não nos alheemos dos dramas que por esse mundo fora se vivem relacionados com a falta de água. E fazer o que está ao nosso alcance - desde logo, não a desperdiçar. Como sabemos também existem as catástrofes resultantes do excesso das tempestades. Das cheias ...
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Naturalmente que o que está acontecer em ALMADA
é resolúvel. Acontece numa SITUAÇÃO URBANA desenvolvida onde eventualmente a causa estará na falta do que vimos apelidando de «TECNOCRACIA COMPETENTE pilar da democracia». Bem vistas as coisas, até hoje não compreendemos as razões do que está a acontecer, nós que moramos em Lisboa. Mas há residentes em Almada que também não percebem o que se está viver e temos ouvido algumas pessoas porque andamos por lá devido ao Festival de Teatro de Almada que felizmente até hoje não tem sido afetado pelos «cortes». Neste quadro, pensamos ser útil divulgar a posição do PCP que acabámos de conhecer. É a seguinte, e a ideia é saber A VERDADE DOS FACTOS e com ela aprendermos:
O júri elogiou a "narrativa empolgante" sobre a vida do urbanista de maior relevo da Lisboa recente, que projetou as principais avenidas da capital e mudou a paisagem urbana da cidade. Leia na integra.
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Frederico Ressano Garcia - Urbanista e Político
Patrícia Gomes Lucas
«Como todos os Ressano Garcia, sempre tive a consciência de descender de um dos maiores urbanistas de Lisboa, mas foi a exposição na Gulbenkian em 1989 — «Lisboa de Frederico Ressano Garcia 1874-1909» — que me revelou a sua genialidade e me levaram a recolher documentação e patrocinar investigação sobre este meu admirável antepassado a que me sinto também ligado pela paixão por Lisboa. Espero que a presente biografia estimule o aprofundamento de alguns aspetos menos conhecidos da sua obra, nomeadamente como engenheiro e professor, e como político e responsável pelo Ultramar, numa época particularmente conturbada e condicionante do futuro de Portugal, onde, em Moçambique, uma cidade recorda o seu nome.
Polo Cultural da Trienal · 26 a 30 de junho, 12:00—19:00
O que será que se move por baixo da superfície? Inaugura amanhã às 19:00 a exposição final do curso de Design Gráfico da ETIC, em parceria com a Solent University. Através de projetos especulativos desenvolvidos ao longo do ano letivo, a mostra explora formas invisíveis de trabalho, redes ocultas de dependência, perturbações ambientais, rituais digitais e memória coletiva. Um retrato de uma geração empenhada em utilizar o design como ferramenta de investigação. Saiba mais.
«The Sustainable Development Report (SDR) reviews progress on the SDGs each year since their adoption by all UN Member States in 2015. The 2026 edition identifies 8 priorities for accelerating SDG progress through 2030 and beyond, and it presents results from 2 new SDSN surveys: one of SDSN’s network of experts on governments’ SDG efforts and another of the broader public on barriers to SDG implementation and priorities for a post-2030 Agenda». Mais.
«This book results from an art-science-policy research project titled NaturArchy. The project brought together artists, scientists and policymakers at the European Commission’s Joint Research Centre to collaborate and co-create on topics of environmental sustainability, the decolonization of Nature, a just green transition and the Rights of Nature. Developed by JRC SciArt, Centre for Advanced Studies, Directorate for Innovation in Science and Policymaking, Joint Research Centre, European Commission». Saiba mais.
«The theatres, galleries and other buildings owned or operated by the UK’s cultural organisations are essential national assets. They are also widely energy inefficient, ageing and in need of capital investment. Research commissioned by the Department for Culture, Media and Sport (DCMS) estimates the total value of necessary repair, maintenance and renewal work for public and third-sector cultural infrastructure in England alone is £7 billion – a scale of need that cannot currently be met by public funding alone.
This report provides evidence on real world energy and cost savings as well as the return on investment (ROI) from cultural retrofitting projects. It also identifies barriers and enablers of project success, to support understanding among cultural organisations, policymakers and funders involved in delivering these projects. Lastly, it explores whether the available returns could support a coordinated, strategic investment approach that could expedite projects and create scale in the level of funding available.
This research project was conceived by Figurative, a new, independent charity dedicated to supporting impact, investment and innovation in the cultural and creative sector, in partnership with Renew Culture, the organisation behind Theatre Green Book and Arts Green Book; Buro Happold, engineering and sustainability consultants; and MGAC, building consultants and quantity surveyors.
This report was co-commissioned and jointly developed by Arts Council England and the Creative Industries Policy and Evidence Centre». Reproduzido daqui.
Transformation Maps can help you
explore and make sense of the connections between different economies,
industries and global issues. It is a dynamic way of exploring the
transformational forces that relate to a topic, such as Climate Change or
Artificial Intelligence, co-curated with leading universities and international
organizations. Explore and get clarity on the most relevant strategic issues
covering more than 250 topic areas. Identify the most relevant expert
publications, videos, data, events, initiatives and stakeholders in those
areas. Veja aqui
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Densificando, ilustrando
«More than half of the world’s population lives in
cities, and many urbanites reside in one of the 33 “megacities” with at least
10 million inhabitants. Urbanization can threaten the quality of life, but
cities also provide the testbeds needed to come up with related solutions.
Cities everywhere were dramatically impacted by COVID-19, and It will only be
through the collective efforts of governments, the private sector, and the
public - and by harnessing transformative technologies - that we will we be able
to rebuild in ways that realize their true potential.
This briefing is based on the views of a wide range of experts from the World Economic Forum’s Expert Network and is curated in partnership with Dr. Harvey Neo, Dr. John Powers, Mr. Poon King Wang, and Prof. Chan Heng Chee from the Lee Kuan Yew Center for Innovative Cities, Singapore University of Technology and Design. The content does not necessarily reflect the views of the Forum». Veja aqui.
saber sobre o «estado da arte» na esfera do Paradigma Desenvolvimento Sustentável leva-nos a que se esteja atento ao que se vai discutindo por esse mundo fora e em linha com isso trazemos o «TRELLIS IMPACT 26» para aqui. Por exemplo, do Programa tema que muito seguimos:
«Reporting requirements are expanding rapidly—yet many disclosures still land as static, siloed statements that fail to build understanding or trust. This session explores how organizations can move from compliance-only disclosure to an ongoing dialogue with stakeholders by creating a connected reporting ecosystem: aligning financial, sustainability and impact reporting; linking metrics to material decisions; and translating mandated information into clear narratives that show real-world outcomes. Panelists will share practical approaches for improving clarity, consistency and connectivity across channels so reporting becomes not only accurate and audit-ready, but also engaging, human and usable». +.
«Museu Nacional do Traje promove ciclo de conversas
O Museu Nacional do Traje promove, no próximo dia 16 de junho, um ciclo de conversas dedicado à sustentabilidade. Entre as 10h00 e as 18h00, o Museu Municipal de Loures, na Quinta do Coventinho, acolhe cinco painéis de debate centrados em boas práticas, novos materiais, cor, ensino e produção.
Estão já confirmadas as participações da ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, Re: Costura, Circular Economy, ETHICA, Universidade Lusófona, Tintureiras do Parque, ESAD Matosinhos, ESART Castelo Branco, NAE Vegan Shoes e do designer de moda Paulo Azenha.
Organizado em parceria com o Museu Municipal de Loures e o Grupo de Amigos do Museu Nacional do Traje, o encontro insere-se no âmbito da exposição Somos o que vestimos? Para uma moda sustentável e consciente. Ao longo do dia, os participantes terão igualmente a oportunidade de visitar a mostra.
O programa completo pode ser consultado aqui. As inscrições são obrigatórias e devem ser efetuadas até 12 de junho através do endereço de e-mail se.mntraje@museudotraje.pt.».
«Alguém escreveu que Santa Marta, o lugar onde Simón Bolívar, o libertador de grande parte da América do Sul, morreu em 1830, poderá ter passado agora a ser também o lugar onde ganhou vida o sonho de uma eliminação mais rápida dos combustíveis fósseis.
Esta, que foi a primeira Conferência sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis de sempre, realizou-se num contexto global que não podia ser mais tenso. A insegurança entranhou-se no quotidiano – das ruas de Gaza às margens do Mediterrâneo, das periferias urbanas à costa caribenha que acolheu dezenas de países para discutir uma verdade cada vez mais evidente: um sistema energético assente nos combustíveis fósseis, na extração e na escassez deixa pessoas e economias profundamente vulneráveis, tanto às variações dos mercados como às tensões geopolíticas que as agravam. Diplomatas, cientistas, ativistas e especialistas em sistemas energéticos chegaram sabendo que a questão não era se a extração tem de acabar (sabe-se que sim); a questão em cima da mesa ia mais além: como é que organizamos esse abandono de forma justa e equitativa? Nas palavras de Juan Monterrey, enviado climático do Panamá, "Santa Marta é histórica porque esta é a primeira vez que podemos abrir o coração, abrir a mente e ter uma conversa real sem um estúpido ponto de ordem, sem um estúpido processo burocrático que descarrila toda a sessão e nos deixa apenas 10 minutos para falar do que importa." (...)»
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Lembremos post anterior sobre a Conferência de Santa Marta:
«Os desafios da mudança climática, da perda de biodiversidade e da poluição têm efeitos globais e as respostas para os enfrentar exigem o empenhamento e a coordenação de todos os países. A Carta Ambiental Ibero-Americana, adotada na XXVIII Cúpula Ibero-Americana de Santo Domingo, República Dominicana, é o mais importante acordo político assinado no âmbito ibero-americano para responder em conjunto a esta tripla crise global». Veja aqui.
Para termos um conhecimento global do que aqui está em causa nada melhor do que ler a Exposição abaixo do Gabinete do Vereador do PCP - JOÃO FERREIRA - dirigida ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa que de seguida se reproduz:
Explicitando as questões expostas, escreve o Vereador: «Assim, nos termos do ponto 1, do artigo 23º do Regimento da Câmara Municipal de Lisboa, publicado no 1º Suplemento do Boletim Municipal nº 157, de 2025/11/20, solicito que me informe sobre o seguinte»:
e há um VÍDEO que descreve
de maneira impressiva a situação
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Agora, estejamos presente pelo FIM ÀDEGRADAÇÃO DO PARQUE URBANO DO VALE DA AMEIXOEIRA. Manifestemos a nossa indignação e seguindo as sugestões do Vereador João Ferreira desde logo mandando mensagens ao Presidente da Câmara de Lisboa, aos Responsáveis pelos Espaços Verdes, participando em reuniões ...
FOREWORD - «The New Urban Agenda represents a shared vision for a better and more sustainable future – one in
which all people have equal rights and access to the benefits and opportunities that cities can offer, and in
which the international community reconsiders the urban systems and physical form of our urban spaces
to achieve this.
In this unprecedented era of increasing urbanization, and in the context of the 2030 Agenda for Sustainable
Development, the Paris Agreement, and other global development agreements and frameworks, we have
reached a critical point in understanding that cities can be the source of solutions to, rather than the cause
of, the challenges that our world is facing today. If well-planned and well-managed, urbanization can be a
powerful tool for sustainable development for both developing and developed countries.
The New Urban Agenda presents a paradigm shift based on the science of cities; it lays out standards and
principles for the planning, construction, development, management, and improvement of urban areas
along its five main pillars of implementation: national urban policies, urban legislation and regulations,
urban planning and design, local economy and municipal finance, and local implementation. It is a
resource for every level of government, from national to local; for civil society organizations; the private
sector; constituent groups; and for all who call the urban spaces of the world “home” to realize this vision.
The New Urban Agenda incorporates a new recognition of the correlation between good urbanization
and development. It underlines the linkages between good urbanization and job creation, livelihood
opportunities, and improved quality of life, which should be included in every urban renewal policy and
strategy. This further highlights the connection between the New Urban Agenda and the 2030 Agenda for
Sustainable Development, especially Goal 11 on sustainable cities and communities. (...)».