terça-feira, 28 de abril de 2026
domingo, 26 de abril de 2026
ANTÓNIO GUERREIRO| «ECOLOGIA E ASTROCAPITALISMO»|« aTerra, vista do espaço sideral, era de uma beleza superlativa»
« La Condition planétaire », de Frédéric Neyrat : l’extra-terrestre au secours de la Terre
quarta-feira, 22 de abril de 2026
«People and nature in UNESCO-designated sites: Global and local contributions»
sábado, 18 de abril de 2026
quarta-feira, 15 de abril de 2026
sábado, 11 de abril de 2026
TOM JOBIM «ECOLOGISTA»| “Tom foi pioneiro na preocupação ecológica. Uma vez um americano disse que ele era ecologista. Tom nunca tinha escutado essa palavra. Foi ver o significado e percebeu que não tinha que ver com eco [risos], com som, mas com a casa, com o habitat do Homem”
Resumo
Do grande
biógrafo de Carmen Miranda,Garrincha e Nelson Rodrigues:Ruy Castro revela o
lado humano,crítico e mordaz de Tom Jobim,o homem que mudou a história damúsica
brasileira.
99 crónicas
cheias de música, informação e histórias de bastidores.
Tom Jobim, o
homem que compôs tratados musicais como «Garota de Ipanema» ou «Águas de
Março», mudou a história da música brasileira com a bossa nova e as suas
canções imortais.
Mas isso os
leitores provavelmente já sabem.
O que Ruy
Castro mostra agora no livro O Ouvidor do Brasil é um Tom mais inesperado e
desconhecido, ecologista, «piador», discreto, que olhava sempre para o Brasil,
até da janela do seu apartamento em Nova Iorque.
Estas crónicas
de Ruy Castro, que o conheceu e entrevistou muitas vezes, escritas ao longo do
tempo, formam um perfil biográfico fragmentado de um dos maiores artistas do
Brasil e do mundo, oferecendo diferentes e surpreendentes ângulos em cada
texto.
Com o seu
estilo inconfundível, o grande biógrafo partilha ainda a sua quota parte de
factos inéditos, histórias de bastidores e um panorama aberto para a cultura de
um país e para as grandes figuras da cena musical nos anos 1950 e 1960.
Em 99 crónicas cheias de música, informação e factos inéditos, que formam um perfil biográfico surpreendente, Ruy Castro, o grande biógrafo, revela o lado humano, crítico e mordaz de Tom Jobim, compositor da «Garota de Ipanema» e homem que mudou a história da música brasileira. (o destaque é nosso).
* *
Mas sobre o Tom Jobim «ecologista» palavras escritas por Anabela Mota Ribeiro - aqui:
«Ecologia. “Tom foi pioneiro na
preocupação ecológica. Uma vez um americano disse que ele era ecologista. Tom
nunca tinha escutado essa palavra. Foi ver o significado e percebeu que não
tinha que ver com eco [risos], com som, mas com a casa, com o habitat do
Homem”.
“Olha
um pássaro, ai, tá cantando”, diz Tom, entre parêntesis, entre frases, para a
câmara de Ana Jobim. “Olha as narinas conspícuas do urubu. Ele sente o cheiro.
Cheira venenos. Voa do Alasca a patagónia, via Brasil. Urubu Jereba”. “Toda a
minha obra é inspirada na mata atlântica”. Tinha paixão por Guimarães Rosa.
Comungavam ambientes, personagens, ambientes fantasiosos.
E
com ar rufia, mascando uma folha verde: “Só os matreiros, descendentes de
índios, como eu, podem comer as plantas selvagens. Porque elas são venenosas”.
Tom,
pertença do mundo. Amante de um Rio luxuriante. Preocupado com o Brasil e o
futuro que gerações vindouras vão habitar. O mar, a natureza, o lugar, sempre
estiveram lá. “Eu era um peixe. Caía no Arpoador e ia a nado até Copacabana e
voltava”.
E
anos depois, nesse pedaço de terra, compunha músicas de sal, sol, sul. Latitude
exacta: um cantinho, um violão. Longitude: a onda que se ergueu no mar. Compôs
todas as canções que fazem a biografia de um tempo. Entre Ipanema e Copacabana».
quinta-feira, 9 de abril de 2026
sábado, 4 de abril de 2026
«Building the next generation of cyclists»
sexta-feira, 27 de março de 2026
«A Beleza de Um Corpo Nu _ Ensaio sobre as cidades»
Aparentando ser um manifesto romântico sobre uma causa perdida, A Beleza de Um Corpo Nu avalia os destroços do conceito de cidade e apela às possibilidades concretas da sua reconstituição.
Com esse intuito velado, o livro percorre mitos, ética, morte, arquitecturas, descendências suburbanas legítimas e ilegítimas e, por fim, a coisa política enquanto razão de ser». Saiba mais.
domingo, 22 de março de 2026
sexta-feira, 20 de março de 2026
«forética» | «CSR Europe’s National Partner Organisation in Spain, has released its ESG Trends 2026 report»
«Forética, CSR Europe’s National Partner Organisation in Spain, has released its ESG Trends 2026 report
The report examines how sustainability priorities are evolving across Spanish and European businesses, with a clear focus on implementation, competitiveness and regulatory alignment. It reflects many of the conversations taking place across our network: how to translate ESG expectations into strategic decisions that affect capital allocation, governance and long-term performance. As policy frameworks continue to evolve at EU level, insights grounded in company practice are essential. Reports like this help bridge national experience with the wider European dialogue».
quinta-feira, 19 de março de 2026
«ação que o ar exerce sobre as coisas»
«Interessada na ação que o ar exerce sobre as coisas, e procurando recriar essa presença dinâmica - encontrar uma imagem para essa não-imagem -, Inês Mendes Leal apresenta Manual of Clouds Forms and Codes for States of the Sky. O projeto funciona como um guia de leitura das nuvens enquanto imagem do estado meteorológico, que nos revela uma forma para aquilo que não vemos. Integra ainda uma composição sonora construída a partir de gravações recolhidas pela artista entre Portugal, Espanha, França, Suíça e Chile. Saiba mais.
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| Veja mais. |
sexta-feira, 13 de março de 2026
«Geografias da água»
quinta-feira, 12 de março de 2026
«Enquanto a política continua a decidir no curto prazo, a ciência alerta para a urgência da ação climática. Em entrevista, a presidente da Plataforma para o Crescimento Sustentável, Ivone Rocha, apresenta as conclusões do relatório “Alternativa Sustentável” e defende uma nova ética política para enfrentar a crise climática - o "longotermismo" como forma de alinhar as decisões de hoje com o futuro das próximas gerações. A presidente da Plataforma para o Crescimento Sustentável, Ivone Rocha, apresenta esta quinta-feira, 12 de março, o relatório “Alternativa Sustentável”, no âmbito do III Encontro Sustentável – “Alternativa Sustentável: Novos Valores, Novos Princípios”. O encontro reúne na Gulbenkian, em Lisboa, académicos, decisores políticos e especialistas para discutir novos caminhos para a sustentabilidade num contexto global marcado por crises ambientais, tecnológicas, económicas e geopolíticas. O relatório parte de um diagnóstico claro: existe um desfasamento crescente — e potencialmente perigoso — entre aquilo que a ciência exige para enfrentar a crise climática e aquilo que as políticas públicas conseguem efetivamente entregar. Apesar de algum progresso nos últimos anos, o documento sublinha que o mundo continua “off target” em relação às metas climáticas, num momento em que a ciência aponta para reduções globais de emissões de cerca de 35% para limitar o aquecimento a 2°C e de 55% para 1,5°C até 2035»
«Enquanto a política continua a decidir no curto prazo, a ciência alerta para a urgência da ação climática. Em entrevista, a presidente da Plataforma para o Crescimento Sustentável, Ivone Rocha, apresenta as conclusões do relatório “Alternativa Sustentável” e defende uma nova ética política para enfrentar a crise climática - o "longotermismo" como forma de alinhar as decisões de hoje com o futuro das próximas gerações.
A presidente da Plataforma para o Crescimento Sustentável, Ivone Rocha, apresenta esta quinta-feira, 12 de março, o relatório “Alternativa Sustentável”, no âmbito do III Encontro Sustentável – “Alternativa Sustentável: Novos Valores, Novos Princípios”. O encontro reúne na Gulbenkian, em Lisboa, académicos, decisores políticos e especialistas para discutir novos caminhos para a sustentabilidade num contexto global marcado por crises ambientais, tecnológicas, económicas e geopolíticas.
O relatório parte de um diagnóstico claro:
Enquanto a política continua a decidir no curto prazo, a ciência alerta para a urgência da ação climática. Em entrevista, a presidente da Plataforma para o Crescimento Sustentável, Ivone Rocha, apresenta as conclusões do relatório “Alternativa Sustentável” e defende uma nova ética política para enfrentar a crise climática - o "longotermismo" como forma de alinhar as decisões de hoje com o futuro das próximas gerações.
A presidente da Plataforma para o Crescimento Sustentável, Ivone Rocha, apresenta esta quinta-feira, 12 de março, o relatório “Alternativa Sustentável”, no âmbito do III Encontro Sustentável – “Alternativa Sustentável: Novos Valores, Novos Princípios”. O encontro reúne na Gulbenkian, em Lisboa, académicos, decisores políticos e especialistas para discutir novos caminhos para a sustentabilidade num contexto global marcado por crises ambientais, tecnológicas, económicas e geopolíticas.
O relatório parte de um diagnóstico claro: existe um desfasamento crescente — e potencialmente perigoso — entre aquilo que a ciência exige para enfrentar a crise climática e aquilo que as políticas públicas conseguem efetivamente entregar. Apesar de algum progresso nos últimos anos, o documento sublinha que o mundo continua “off target” em relação às metas climáticas, num momento em que a ciência aponta para reduções globais de emissões de cerca de 35% para limitar o aquecimento a 2°C e de 55% para 1,5°C até 2035. Apesar de algum progresso nos últimos anos, o documento sublinha que o mundo continua “off target” em relação às metas climáticas, num momento em que a ciência aponta para reduções globais de emissões de cerca de 35% para limitar o aquecimento a 2°C e de 55% para 1,5°C até 2035.
O relatório também refere que existe um desfasamento perigoso entre o que a ciência exige e aquilo que a política entrega. O que significa exatamente este diagnóstico?
A ciência demonstra que estamos numa rota que coloca perigosamente em causa o futuro da humanidade. Ela dá-nos dados e evidências claras de que precisamos acelerar a mudança. No entanto, devido aos ciclos políticos curtos e à excessiva partidarização destas matérias, estamos a criar movimentos em direções diferentes. Por isso é urgente consensualizar uma abordagem diferente e preparar um modelo novo. Temos de deixar de olhar para os assuntos em silos e de tentar apenas corrigir o passado. Precisamos construir algo novo para o futuro. Gosto de usar como metáfora um palácio do século XIX que hoje está a cair. É um edifício belíssimo, cheio de história e cultura, mas que já não tem condições de habitabilidade. Precisamos respeitar essa história, mas reestruturar profundamente esse palácio para o adaptar às necessidades atuais. (...)».
terça-feira, 10 de março de 2026
sexta-feira, 6 de março de 2026
ASSINALANDO 0 DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2026 | peguemos no Relatório da UNESCO «Re|Shaping Policies For Creativity» para reflexão da Igualdade no ADN das Organizações
«REPORTING MATTERS BRASIL»
«O QUE É O REPORTING MATTERs BRASIL?
Baseado em uma metodologia consolidada há mais de 10 anos pelo World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) e pela Radley Yeldar, o estudo examina relatórios de sustentabilidade de grandes empresas brasileiras. O objetivo é traçar um panorama detalhado sobre as melhores práticas, desafios e tendências do relato empresarial, um fator essencial para garantir credibilidade, atratividade para investidores e alinhamento com padrões globais de ESG.
Em sua 3ª edição, o relatório apresenta uma análise técnica e estruturada da maturidade dos relatórios corporativos de sustentabilidade no Brasil, utilizando critérios globais para medir a transparência e a qualidade da comunicação empresarial».
segunda-feira, 2 de março de 2026
«Universities serve as transformative hubs for innovation and knowledge creation. They play a vital role in training future leaders and change-makers who will shape the decisions of tomorrow. In parallel, National Statistical Offices (NSOs) are central to collecting, processing, and publishing official statistics that inform national policies, planning, and development priorities (...)»
domingo, 1 de março de 2026
«Can capitalism solve climate change?»
This installment examines a defining discussion in climate economics and policy. Some argue that meeting climate goals requires reducing overall consumption and shrinking parts of the economy. Others contend that technological innovation, new business models, and market-based approaches can drive rapid decarbonization while improving prosperity and equity. The conversation will test underlying assumptions about capitalism, growth, feasibility, and justice and explore what credible pathways forward could look like». Saiba mais.
































