ORGANIZAÇÕES VERDES
sábado, 7 de novembro de 2026
«What does it mean when the law is an experiment too?» | «Turbulent Times Call For Experimental Law _ Experiments with the rule of law around the world are creating the kind of resiliency we need in our era of uncertainty»
terça-feira, 3 de novembro de 2026
«O Mote do Mundo é a Floresta»
Tomando como ponto de partida uma tradução livre do título de Ursula K. Le Guin, a exposição propõe olhar para a natureza não como algo separado da cultura, mas como matéria, imagem e construção. Objetos históricos da coleção do MNSR dialogam com esculturas e instalações da artista, aproximando cerâmica, têxtil, pedra, tinta e matéria vegetal.
Entre objetos da coleção, as Naturfaturas de Catarina Leitão e uma instalação que se prolonga até ao jardim, a exposição cria novas relações entre o natural e o fabricado, o orgânico e o industrial, o interior e o exterior. A floresta deixa de ser apenas uma paisagem para se tornar uma forma de pensar e relacionar diferentes matérias, tempos e modos de construir o mundo.
sábado, 31 de outubro de 2026
«O alerta sobre o atraso global nas metas ecológicas _ O relatório State of Biodiversity Action, lançado pelo CBD em parceria com a ONU, mostrou que menos da metade das metas nacionais avaliadas está no ritmo necessário. Entre as mais atrasadas estão justamente a ação empresarial (Meta 15) e a redução de subsídios nocivos à natureza. A proteção de áreas também preocupa: hoje, 18,7% das terras e cerca de 10% dos oceanos estão protegidos, segundo a base Protected Planet. Ainda falta muito para a meta de 30% até 2030»
«The global report on collective progress in the implementation of the Kunming-Montreal Global Biodiversity Framework, State of Biodiversity Action, provides the first comprehensive global stocktake of progress towards the Framework’s 2030 targets and 2050 vision.
Drawing on national reports, updated biodiversity strategies, scientific assessments and diverse sources of knowledge, it assesses progress across all 23 targets, identifying achievements, implementation gaps and barriers.
The final report brings together evidence from countries and stakeholders worldwide to examine where progress is advancing and where efforts must accelerate. It highlights the need for stronger implementation, coordinated action and increased ambition to translate global commitments into tangible outcomes for nature.
As a key input to the Global Review at COP 17, the report provides an evidence base to guide decision-making and help Parties and stakeholders accelerate action to halt and reverse biodiversity loss». Mais aqui.
sexta-feira, 30 de outubro de 2026
DAVID BYRNE|«Sleeping Beauties:Why Good Ideas Go Dormant and How They Wake Up»
quinta-feira, 29 de outubro de 2026
CRUZA PATRIMÓNIO, CIÊNCIA E ARTE | «Uma lista de plantas elaborada em 1789 é o ponto de partida para uma nova forma de descobrir o Jardim Botânico do Palácio Nacional de Queluz»
terça-feira, 27 de outubro de 2026
“o jardim vai mudar na próxima primavera”
“O jardim está a mudar, o jardim vai mudar na próxima primavera”, diria o artista Alberto Carneiro (1937-2017), mas a cor amarela dos edifícios que foram a sua residência e local de criação vai continuar a sobressair por entre a vegetação verde do quintal e dos campos em volta no chamado Vale do Coronado. Foi aqui, na freguesia de São Mamede do Coronado, concelho da Trofa, que nasceu, viveu e trabalhou o escultor que viria a ter um lugar próprio, e único, no contexto da arte contemporânea portuguesa.
Nas traseiras da antiga casa da família, entretanto renovada, Alberto Carneiro edificou, nos anos 1980, o seu atelier-oficina, sob projecto da arquitecta Mercês Vieira, onde viria a pensar, imaginar e produzir a maior parte da sua obra, numa relação vivida em permanente comunhão com a natureza envolvente. (...)
Rodeado por um quintal recheado de uma variedade de árvores e arbustos, plantas e flores — marmeleiros e limoeiros, magnólias e camélias, buganvílias e roseiras… —, mas também de peças de granito, aço e cordas manipuladas pelas mãos de Carneiro, o atelier-oficina, um espaço de cerca de 400 metros quadrados com um pé-direito de sete metros, encontra-se ainda esvaziado, apenas pontuado com a exposição de uma peça do escultor, Metamorfose das Laranjeiras.(...)».











