segunda-feira, 15 de junho de 2026

LISBOA TEM DE SER «MAIS VERDE»




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e lembremos de posts anteriores sobre a matéria



PENSAMOS QUE TODOS QUEREMOS UMA LISBOA MAIS «VERDE» | e na CML deliberou-se nesse sentido, agora falta o Executivo cumprir ...




Os «Transformation Maps» do World Economic Forum

 


Transformation Maps

Transformation Maps can help you explore and make sense of the connections between different economies, industries and global issues. It is a dynamic way of exploring the transformational forces that relate to a topic, such as Climate Change or Artificial Intelligence, co-curated with leading universities and international organizations. Explore and get clarity on the most relevant strategic issues covering more than 250 topic areas. Identify the most relevant expert publications, videos, data, events, initiatives and stakeholders in those areas. Veja aqui

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Densificando, ilustrando



«More than half of the world’s population lives in cities, and many urbanites reside in one of the 33 “megacities” with at least 10 million inhabitants. Urbanization can threaten the quality of life, but cities also provide the testbeds needed to come up with related solutions. Cities everywhere were dramatically impacted by COVID-19, and It will only be through the collective efforts of governments, the private sector, and the public - and by harnessing transformative technologies - that we will we be able to rebuild in ways that realize their true potential.

This briefing is based on the views of a wide range of experts from the World Economic Forum’s Expert Network and is curated in partnership with Dr. Harvey Neo, Dr. John Powers, Mr. Poon King Wang, and Prof. Chan Heng Chee from the Lee Kuan Yew Center for Innovative Cities, Singapore University of Technology and Design. The content does not necessarily reflect the views of the Forum».   Veja aqui.




segunda-feira, 8 de junho de 2026

«TRELLIS IMPACT 26»

 





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saber sobre o «estado da arte» na esfera do Paradigma Desenvolvimento Sustentável leva-nos a que se esteja atento ao que se vai discutindo por esse mundo fora e em linha com isso trazemos o «TRELLIS IMPACT 26» para aqui. Por exemplo, do Programa tema que muito seguimos:

«Reporting requirements are expanding rapidly—yet many disclosures still land as static, siloed statements that fail to build understanding or trust. This session explores how organizations can move from compliance-only disclosure to an ongoing dialogue with stakeholders by creating a connected reporting ecosystem: aligning financial, sustainability and impact reporting; linking metrics to material decisions; and translating mandated information into clear narratives that show real-world outcomes. Panelists will share practical approaches for improving clarity, consistency and connectivity across channels so reporting becomes not only accurate and audit-ready, but also engaging, human and usable». +.




quinta-feira, 4 de junho de 2026

«O Museu Nacional do Traje promove, no próximo dia 16 de junho, um ciclo de conversas dedicado à sustentabilidade»

 



Reproduzimos:

«Museu Nacional do Traje promove ciclo de conversas

O Museu Nacional do Traje promove, no próximo dia 16 de junho, um ciclo de conversas dedicado à sustentabilidade. Entre as 10h00 e as 18h00, o Museu Municipal de Loures, na Quinta do Coventinho, acolhe cinco painéis de debate centrados em boas práticas, novos materiais, cor, ensino e produção.

Estão já confirmadas as participações da ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, Re: Costura, Circular Economy, ETHICA, Universidade Lusófona, Tintureiras do Parque, ESAD Matosinhos, ESART Castelo Branco, NAE Vegan Shoes e do designer de moda Paulo Azenha.

Organizado em parceria com o Museu Municipal de Loures e o Grupo de Amigos do Museu Nacional do Traje, o encontro insere-se no âmbito da exposição Somos o que vestimos? Para uma moda sustentável e consciente. Ao longo do dia, os participantes terão igualmente a oportunidade de visitar a mostra.

O programa completo pode ser consultado aqui. As inscrições são obrigatórias e devem ser efetuadas até 12 de junho através do endereço de e-mail se.mntraje@museudotraje.pt.».


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segunda-feira, 1 de junho de 2026

«Alguém escreveu que Santa Marta, o lugar onde Simón Bolívar, o libertador de grande parte da América do Sul, morreu em 1830, poderá ter passado agora a ser também o lugar onde ganhou vida o sonho de uma eliminação mais rápida dos combustíveis fósseis»


Começa assim:
«Alguém escreveu que Santa Marta, o lugar onde Simón Bolívar, o libertador de grande parte da América do Sul, morreu em 1830, poderá ter passado agora a ser também o lugar onde ganhou vida o sonho de uma eliminação mais rápida dos combustíveis fósseis. 
Esta, que foi a primeira Conferência sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis de sempre, realizou-se num contexto global que não podia ser mais tenso. A insegurança entranhou-se no quotidiano – das ruas de Gaza às margens do Mediterrâneo, das periferias urbanas à costa caribenha que acolheu dezenas de países para discutir uma verdade cada vez mais evidente: um sistema energético assente nos combustíveis fósseis, na extração e na escassez deixa pessoas e economias profundamente vulneráveis, tanto às variações dos mercados como às tensões geopolíticas que as agravam.
Diplomatas, cientistas, ativistas e especialistas em sistemas energéticos chegaram sabendo que a questão não era se a extração tem de acabar (sabe-se que sim); a questão em cima da mesa ia mais além: como é que organizamos esse abandono de forma justa e equitativa?
Nas palavras de Juan Monterrey, enviado climático do Panamá, "Santa Marta é histórica porque esta é a primeira vez que podemos abrir o coração, abrir a mente e ter uma conversa real sem um estúpido ponto de ordem, sem um estúpido processo burocrático que descarrila toda a sessão e nos deixa apenas 10 minutos para falar do que importa." (...)»

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Lembremos post anterior sobre a Conferência de Santa Marta:



«Colombia and the Netherlands will host the First Conference on Transitioning Away from Fossil Fuels. The Conference is designed as a space for countries, subnational governments and other stakeholders that recognize the need to implement a transition away from fossil fuels in a just, orderly and equitable manner, in line with climate goals and the best available science»

 

domingo, 24 de maio de 2026

PENSAMOS QUE TODOS QUEREMOS UMA LISBOA MAIS «VERDE» | e na CML deliberou-se nesse sentido, agora falta o Executivo cumprir ...

 



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EM JEITO DE EFEITOS «COLATERAIS»,
sempre que se fala em «verde»,
 uma vez mais aconteceu
vir à memoria: 

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e de maneira natural relacionamos
 o «verde de Lisboa» com
 as palavras do Papa 
de ontem:

Leia  Itália: Papa denuncia «interesses obscuros» e criminalidade na crise ambiental

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Tecnicamente, vemos o «verde»
que nos vem das árvores 
como parte de um VERDE 
maior igual a SUSTENTABILIDADE
 ou DESENVOLVIMENTO SUTENTÁVEL
que o nosso esquema de 
estimação pretende mostrar: