«Museu Nacional do Traje promove ciclo de conversas
O Museu Nacional do Traje promove, no próximo dia 16 de junho, um ciclo de conversas dedicado à sustentabilidade. Entre as 10h00 e as 18h00, o Museu Municipal de Loures, na Quinta do Coventinho, acolhe cinco painéis de debate centrados em boas práticas, novos materiais, cor, ensino e produção.
Estão já confirmadas as participações da ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, Re: Costura, Circular Economy, ETHICA, Universidade Lusófona, Tintureiras do Parque, ESAD Matosinhos, ESART Castelo Branco, NAE Vegan Shoes e do designer de moda Paulo Azenha.
Organizado em parceria com o Museu Municipal de Loures e o Grupo de Amigos do Museu Nacional do Traje, o encontro insere-se no âmbito da exposição Somos o que vestimos? Para uma moda sustentável e consciente. Ao longo do dia, os participantes terão igualmente a oportunidade de visitar a mostra.
O programa completo pode ser consultado aqui. As inscrições são obrigatórias e devem ser efetuadas até 12 de junho através do endereço de e-mail se.mntraje@museudotraje.pt.».
«Alguém escreveu que Santa Marta, o lugar onde Simón Bolívar, o libertador de grande parte da América do Sul, morreu em 1830, poderá ter passado agora a ser também o lugar onde ganhou vida o sonho de uma eliminação mais rápida dos combustíveis fósseis.
Esta, que foi a primeira Conferência sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis de sempre, realizou-se num contexto global que não podia ser mais tenso. A insegurança entranhou-se no quotidiano – das ruas de Gaza às margens do Mediterrâneo, das periferias urbanas à costa caribenha que acolheu dezenas de países para discutir uma verdade cada vez mais evidente: um sistema energético assente nos combustíveis fósseis, na extração e na escassez deixa pessoas e economias profundamente vulneráveis, tanto às variações dos mercados como às tensões geopolíticas que as agravam. Diplomatas, cientistas, ativistas e especialistas em sistemas energéticos chegaram sabendo que a questão não era se a extração tem de acabar (sabe-se que sim); a questão em cima da mesa ia mais além: como é que organizamos esse abandono de forma justa e equitativa? Nas palavras de Juan Monterrey, enviado climático do Panamá, "Santa Marta é histórica porque esta é a primeira vez que podemos abrir o coração, abrir a mente e ter uma conversa real sem um estúpido ponto de ordem, sem um estúpido processo burocrático que descarrila toda a sessão e nos deixa apenas 10 minutos para falar do que importa." (...)»
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Lembremos post anterior sobre a Conferência de Santa Marta:
«Os desafios da mudança climática, da perda de biodiversidade e da poluição têm efeitos globais e as respostas para os enfrentar exigem o empenhamento e a coordenação de todos os países. A Carta Ambiental Ibero-Americana, adotada na XXVIII Cúpula Ibero-Americana de Santo Domingo, República Dominicana, é o mais importante acordo político assinado no âmbito ibero-americano para responder em conjunto a esta tripla crise global». Veja aqui.
Para termos um conhecimento global do que aqui está em causa nada melhor do que ler a Exposição abaixo do Gabinete do Vereador do PCP - JOÃO FERREIRA - dirigida ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa que de seguida se reproduz:
Explicitando as questões expostas, escreve o Vereador: «Assim, nos termos do ponto 1, do artigo 23º do Regimento da Câmara Municipal de Lisboa, publicado no 1º Suplemento do Boletim Municipal nº 157, de 2025/11/20, solicito que me informe sobre o seguinte»:
e há um VÍDEO que descreve
de maneira impressiva a situação
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Agora, estejamos presente pelo FIM ÀDEGRADAÇÃO DO PARQUE URBANO DO VALE DA AMEIXOEIRA. Manifestemos a nossa indignação e seguindo as sugestões do Vereador João Ferreira desde logo mandando mensagens ao Presidente da Câmara de Lisboa, aos Responsáveis pelos Espaços Verdes, participando em reuniões ...
FOREWORD - «The New Urban Agenda represents a shared vision for a better and more sustainable future – one in
which all people have equal rights and access to the benefits and opportunities that cities can offer, and in
which the international community reconsiders the urban systems and physical form of our urban spaces
to achieve this.
In this unprecedented era of increasing urbanization, and in the context of the 2030 Agenda for Sustainable
Development, the Paris Agreement, and other global development agreements and frameworks, we have
reached a critical point in understanding that cities can be the source of solutions to, rather than the cause
of, the challenges that our world is facing today. If well-planned and well-managed, urbanization can be a
powerful tool for sustainable development for both developing and developed countries.
The New Urban Agenda presents a paradigm shift based on the science of cities; it lays out standards and
principles for the planning, construction, development, management, and improvement of urban areas
along its five main pillars of implementation: national urban policies, urban legislation and regulations,
urban planning and design, local economy and municipal finance, and local implementation. It is a
resource for every level of government, from national to local; for civil society organizations; the private
sector; constituent groups; and for all who call the urban spaces of the world “home” to realize this vision.
The New Urban Agenda incorporates a new recognition of the correlation between good urbanization
and development. It underlines the linkages between good urbanization and job creation, livelihood
opportunities, and improved quality of life, which should be included in every urban renewal policy and
strategy. This further highlights the connection between the New Urban Agenda and the 2030 Agenda for
Sustainable Development, especially Goal 11 on sustainable cities and communities. (...)».