sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

«In the advice, 'Strengthening resilience to climate change – Recommendations for an effective EU adaptation policy framework', the European Scientific Advisory Board on Climate Change calls on the EU to urgently strengthen its policy framework for effective and coherent adaptation. The report sets out how the EU can reinforce its approach to climate adaptation in the face of escalating and increasingly systemic climate risks»

 

de lá:

«(...) Current adaptation efforts are insufficient

As the planet continues to warm, climate hazards will intensify, bringing frequent, severe, persistent and far-reaching impacts. This could increasingly weaken Europe’s competitiveness, strain public budgets and increase security risks. Without adequate adaptation, impacts will compound, eroding and destabilising Europe’s economic and social foundations. Despite this, adaptation efforts to date remain insufficient to prevent avoidable impacts and to manage escalating climate risks.

Addressing climate risks requires combined and coordinated action across policy domains and governance levels. Local and national action is essential to drive adaptation. At the same time, adaptation efforts face many barriers, and many climate risks are transboundary, affecting critical services, cross-border supply chains, as well as financial and ecological systems. A stronger EU framework can provide coherence and long-term direction, facilitate cooperation and solidarity, and enable Member States to manage their climate risks more effectively.

Adaptation goes beyond climate policy. A robust EU adaptation framework is fundamental to addressing the systemic risks that threaten the security of critical services, food, water and energy, to providing the stability needed to invest in a competitive and innovative economy, and to protecting the health of EU citizens and ecosystems. (...)».

 




quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

«O Parque Metropolitano da Biodiversidade recebe, dia 22 de Fevereiro, uma iniciativa entre a Câmara do Seixal e a Associação Zero para combater o desperdício a nível individual e comunitário através da economia circular.»

 


«Na tarde do próximo domingo, entre as 15h e às 17h, o Parque Metropolitano da Biodiversidade do Seixal irá receber uma sessão de conversa e esclarecimento sobre hábitos de consumo e gestão de recursos do dia-a-dia, a fim de reduzir desperdícios.
«Poupar dinheiro e minimizar o impacto ambiental, promovendo escolhas mais sustentáveis, tanto a nível individual como comunitário», destaca o presidente da Câmara Municipal do Seixal, Paulo Silva, sobre a iniciativa que será dinamizada por Susana Fonseca, vice-presidente da Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável.
A participação é gratuita, porém as vagas são limitadas, exigindo a inscrição prévia no formulário online no site da câmara até às 13h do dia 20 de Fevereiro». Daqui.


domingo, 15 de fevereiro de 2026

«Circular performance needs standards for definition, measurement and communication»



Circular performance needs standards
for definition, measurement and communication. 
Source: Julia Vann, Trellis Group


«For the last decade, circularity has been one of the most widely-supported ideas in sustainability: keep materials in use longer, design to minimize waste and reduce reliance on virgin materials. Yet, a circular economy hasn’t accelerated at the speed needed to match the scale of resource constraints, rising material costs and value-chain disruptions businesses currently face. 

This isn’t due to lack of interest or intent. It’s because circularity has been trying to scale without the basics needed for any major business transition:
  • Common and shared definitions 
  • Consistent comparable measurement
  • Credible verification methods    
  • A practical way to operate across complex value chains. 
Circularity has had vision, but often lacks a supporting infrastructure. That’s where the Global Circularity Protocol for Business (GCP) comes in. The protocol, developed by the World Business Council for Sustainable Development and One Planet Network, is a common framework for defining and measuring circularity in a consistent way that aids in decision making. By using it, companies can move away from the limitations of pilots and pledges toward performance they can manage, compare, value, disclose and communicate with confidence. (...)».


sábado, 31 de janeiro de 2026

NA CULTURGEST |«Em três momentos, o ciclo O Genoma Urbano observa a cidade como um organismo vivo e pensante»

 


acontecem às 19:00


Genoma Urbano: Cidades Como Organismos Vivos

João Seixas


«As cidades estão a mudar de forma significativa, assim como as ciências que as estudam. Emergem contínuas transformações tecnológicas, económicas e socioculturais que reformulam a vida urbana. Por seu lado, temos vivido tempos de reorientação política e de crise quase permanente, que colocam em causa o próprio direito à cidade. Não obstante, parece claro que será através de novos entendimentos e na consequente transformação dos sistemas e metabolismos das cidades que se decidirá parte significativa das grandes questões contemporâneas. 

Em três momentos, o ciclo O Genoma Urbano observa a cidade como um organismo vivo e pensante. Qual é, afinal, o seu material genético e que elementos definem a urbanidade e a vida urbana? Procurando interligar as ciências para as questões urbanas com campos aparentemente distantes, como a biotecnologia ou as neurociências, pensamos as possibilidades e necessidades de construção de futuros urbanos mais justos e mais sustentáveis. (...)». Saiba mais.

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Ainda

de lá

Que corpo tem uma cidade?
O que fortalece, ou por outro lado, o que enfraquece, os laços entre a população numa cidade?
Que habitação acessível, que novos espaços públicos e que veículos de representação, de ação social e de afirmação política para as cidades do futuro?


e esta nota:

«Neste microsite mergulhamos no tema através de exemplos práticos de projetos que têm sido aplicados em cidades e que têm dado resposta aos tempos de reorientações política e de crise quase permanente que vivemos e que têm colocado em causa o próprio direito à cidade». Vá ver.