terça-feira, 28 de julho de 2026

«The Paris Agreement made clear that climate commitments require public finance, not just policy ambition»

 


«The Paris Agreement made clear that climate commitments require public finance, not just policy ambition. Countries’ Nationally Determined Contributions (NDCs) set targets, but targets don’t implement themselves—they require public choices about spending, taxation, subsidies, investment and risk. The budget is where climate goals are tested against real action.

The OECD’s Beyond Green Tagging, and the IMF’s guidance on climate-sensitive PFM, each point to the same gap: governments’ climate commitments often don’t match the fiscal systems used to plan, allocate, and account for public money. Yet global attention and negotiations tend to focus on how much climate financing is needed, where it will come from and whether countries are receiving enough support. Too little attention is paid to whether commitments are visible in the budget decisions that determine what is funded, what is taxed (or not), what is prioritized, and what is tracked—and whether spending is assessed for climate impact. (...)». +.

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segunda-feira, 13 de julho de 2026

«ÁGUA»

 


 

A propósito da FALTA DE ÁGUA EM ALMADA muito se tem falado. Em andanças por  África já tivemos ocasiões em que sentimos profundamente o que isso significa. Não ter água para beber, nem para o resto. Com frequência dizemos que «água é tudo». Sentimos necessidade de trazer o assunto para aqui, para quem o desconhece ver como as Nações Unidas trata o PROBLEMA. Temos informação que nos permite que não nos  alheemos dos dramas que por esse mundo fora se vivem relacionados com a falta de água. E fazer o que está ao nosso alcance - desde logo, não a desperdiçar. Como sabemos também existem as catástrofes resultantes do excesso das tempestades. Das cheias ... 

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Naturalmente que o que está  acontecer em ALMADA
é resolúvel. Acontece numa SITUAÇÃO URBANA desenvolvida onde eventualmente a causa estará na falta do que vimos apelidando de «TECNOCRACIA COMPETENTE pilar da democracia». Bem vistas as coisas, até hoje não compreendemos as razões do que está a acontecer, nós que moramos em Lisboa. Mas há residentes em Almada que também não percebem o que se está viver e temos ouvido algumas pessoas porque andamos por lá devido ao Festival de Teatro de Almada que felizmente até hoje não tem sido afetado pelos «cortes». Neste quadro, pensamos ser útil divulgar a posição do PCP que acabámos de conhecer. É a seguinte, e a ideia é saber A VERDADE DOS FACTOS e com ela aprendermos:










quarta-feira, 1 de julho de 2026

«A obra Frederico Ressano Garcia – Urbanista e Político, de Patrícia Gomes Lucas, venceu por unanimidade o Grande Prémio de Literatura Biográfica Miguel Torga 2025, anunciou esta terça-feira a Associação Portuguesa de Escritores (APE)»

 


O júri elogiou a "narrativa empolgante" sobre a vida do urbanista de maior relevo da Lisboa recente, que projetou as principais avenidas da capital e mudou a paisagem urbana da cidade. Leia na integra.

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Frederico Ressano Garcia - Urbanista e Político

Patrícia Gomes Lucas

«Como todos os Ressano Garcia, sempre tive a consciência de descender de um dos maiores urbanistas de Lisboa, mas foi a exposição na Gulbenkian em 1989 — «Lisboa de Frederico Ressano Garcia 1874-1909» — que me revelou a sua genialidade e me levaram a recolher documentação e patrocinar investigação sobre este meu admirável antepassado a que me sinto também ligado pela paixão por Lisboa. Espero que a presente biografia estimule o aprofundamento de alguns aspetos menos conhecidos da sua obra, nomeadamente como engenheiro e professor, e como político e responsável pelo Ultramar, numa época particularmente conturbada e condicionante do futuro de Portugal, onde, em Moçambique, uma cidade recorda o seu nome.

António Ressano Garcia Lamas» - Veja aqui