domingo, 22 de fevereiro de 2026

«Last week, the Trump administration’s Environmental Protection Agency rescinded a long-standing “endangerment” finding that determined greenhouse gas emissions were harmful to public health by accumulating in the biosphere and warming the planet»

 



EM BUSCA DE ENTENDERMOS O APARELHO ESTATAL PORTUGUÊS À LUZ DO PARADIGMA «DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL» IMPULSIONADOS PELAS CATÁSTROFES NATURAIS QUE ESTAMOS A VIVER NO PAÍS | Olhemos para o diploma que cria a «Agência para o Clima I.P»

 



Nem sendo, eventualmente para muitos, do essencial, mas tendo presente as opções institucionais para outras organizações públicas, a nosso ver comparáveis, reparamos na escolha «I.P». Porquê?, sem à partida se ter «nada contra». Mas queremos entender «tudo».  
Acabamos de ler o PREAMBULO - e ficamos perdidos e cansados, mas não vamos desistir e à medida que soubermos mais, e partilhável, assim faremos. Termina assim o Preambulo: «Nesta medida, cria-se uma entidade específica e independente, sob a forma de instituto público, por força da Lei-Quadro dos Institutos Públicos, com uma gestão qualificada, refletindo na sua lei orgânica as especificidades da sua missão e atribuições, com vista ao seu cumprimento do desenvolvimento das políticas na área do clima e à gestão dos fundos nesta área, que desenvolverá as suas atividades tendo por base princípios da boa gestão das políticas públicas e de gestão assentes no rigor e no controlo da receita e da despesa, na transparência, na eficácia de funcionamento e numa gestão efetiva e participada dos vários setores da sua área de intervenção, promovendo uma atuação colaborativa com outras entidades da Administração Pública, empresas, organizações não-governamentais e os cidadãos». Não se querendo ser «deselegante», mas o que é isto! Por exemplo, «gestão qualificada», decreta-se? É isso, manifestações de uma ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA quando a ADMINISTRAÇÃO GESTIONÁRIA enche a boca de tantos e até nos foi prometida ... Já agora, para termos uma GESTÃO PÚBLICA DE QUALIDADE temos de ter ESCOLAS que a isso se dediquem de «alma e coração». É que GESTÃO é ciência e técnica ... Parq quem esteja longe da coisa é começar por ler os livros de PETER DRUCKER - o «Pai da Gestão». Ainda, hoje é muito claro: não confundir a Gestão Pública com a Gestão Empresarial. Certo, há dimensões que são comuns a todas as organizações ... E já que falam nas «não - governamentais» - (ou será que queriam dizer «sem fins lucrativos» equivalente a Terceiro Setor?)  - adiante-se que lembremos a especificidade na esfera da gestão que se ensina e aprende para esta realidade ... Havemos de voltar com estes assuntos, em especial como pensamos estamos a fazer neste post sob o ângulo da REFORMA DO ESTADO (OU SERÁ ADMINISTRAÇÃO?) ...
Para terminarmos com algum «sorriso»: num acontecimento público de há anos um Empresário (infelizmente já não se encontra entre nós) ao tanto ouvir repetir a expressão «não-governamental» lembrou que a sua EMPRESA (no caso um GRUPO EMPRESARIAL) também era isso ... A «ironia» se bem nos lembramos provocou gargalhada e a  reflexão que o autor pretendia ... Mas como se vê o assunto não está resolvido ... Talvez aqui a ACADEMIA tenha as suas culpas. 



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

«In the advice, 'Strengthening resilience to climate change – Recommendations for an effective EU adaptation policy framework', the European Scientific Advisory Board on Climate Change calls on the EU to urgently strengthen its policy framework for effective and coherent adaptation. The report sets out how the EU can reinforce its approach to climate adaptation in the face of escalating and increasingly systemic climate risks»

 

de lá:

«(...) Current adaptation efforts are insufficient

As the planet continues to warm, climate hazards will intensify, bringing frequent, severe, persistent and far-reaching impacts. This could increasingly weaken Europe’s competitiveness, strain public budgets and increase security risks. Without adequate adaptation, impacts will compound, eroding and destabilising Europe’s economic and social foundations. Despite this, adaptation efforts to date remain insufficient to prevent avoidable impacts and to manage escalating climate risks.

Addressing climate risks requires combined and coordinated action across policy domains and governance levels. Local and national action is essential to drive adaptation. At the same time, adaptation efforts face many barriers, and many climate risks are transboundary, affecting critical services, cross-border supply chains, as well as financial and ecological systems. A stronger EU framework can provide coherence and long-term direction, facilitate cooperation and solidarity, and enable Member States to manage their climate risks more effectively.

Adaptation goes beyond climate policy. A robust EU adaptation framework is fundamental to addressing the systemic risks that threaten the security of critical services, food, water and energy, to providing the stability needed to invest in a competitive and innovative economy, and to protecting the health of EU citizens and ecosystems. (...)».

 




quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

«O Parque Metropolitano da Biodiversidade recebe, dia 22 de Fevereiro, uma iniciativa entre a Câmara do Seixal e a Associação Zero para combater o desperdício a nível individual e comunitário através da economia circular.»

 


«Na tarde do próximo domingo, entre as 15h e às 17h, o Parque Metropolitano da Biodiversidade do Seixal irá receber uma sessão de conversa e esclarecimento sobre hábitos de consumo e gestão de recursos do dia-a-dia, a fim de reduzir desperdícios.
«Poupar dinheiro e minimizar o impacto ambiental, promovendo escolhas mais sustentáveis, tanto a nível individual como comunitário», destaca o presidente da Câmara Municipal do Seixal, Paulo Silva, sobre a iniciativa que será dinamizada por Susana Fonseca, vice-presidente da Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável.
A participação é gratuita, porém as vagas são limitadas, exigindo a inscrição prévia no formulário online no site da câmara até às 13h do dia 20 de Fevereiro». Daqui.


domingo, 15 de fevereiro de 2026

«Circular performance needs standards for definition, measurement and communication»



Circular performance needs standards
for definition, measurement and communication. 
Source: Julia Vann, Trellis Group


«For the last decade, circularity has been one of the most widely-supported ideas in sustainability: keep materials in use longer, design to minimize waste and reduce reliance on virgin materials. Yet, a circular economy hasn’t accelerated at the speed needed to match the scale of resource constraints, rising material costs and value-chain disruptions businesses currently face. 

This isn’t due to lack of interest or intent. It’s because circularity has been trying to scale without the basics needed for any major business transition:
  • Common and shared definitions 
  • Consistent comparable measurement
  • Credible verification methods    
  • A practical way to operate across complex value chains. 
Circularity has had vision, but often lacks a supporting infrastructure. That’s where the Global Circularity Protocol for Business (GCP) comes in. The protocol, developed by the World Business Council for Sustainable Development and One Planet Network, is a common framework for defining and measuring circularity in a consistent way that aids in decision making. By using it, companies can move away from the limitations of pilots and pledges toward performance they can manage, compare, value, disclose and communicate with confidence. (...)».