segunda-feira, 1 de junho de 2026

«Alguém escreveu que Santa Marta, o lugar onde Simón Bolívar, o libertador de grande parte da América do Sul, morreu em 1830, poderá ter passado agora a ser também o lugar onde ganhou vida o sonho de uma eliminação mais rápida dos combustíveis fósseis»


Começa assim:
«Alguém escreveu que Santa Marta, o lugar onde Simón Bolívar, o libertador de grande parte da América do Sul, morreu em 1830, poderá ter passado agora a ser também o lugar onde ganhou vida o sonho de uma eliminação mais rápida dos combustíveis fósseis. 
Esta, que foi a primeira Conferência sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis de sempre, realizou-se num contexto global que não podia ser mais tenso. A insegurança entranhou-se no quotidiano – das ruas de Gaza às margens do Mediterrâneo, das periferias urbanas à costa caribenha que acolheu dezenas de países para discutir uma verdade cada vez mais evidente: um sistema energético assente nos combustíveis fósseis, na extração e na escassez deixa pessoas e economias profundamente vulneráveis, tanto às variações dos mercados como às tensões geopolíticas que as agravam.
Diplomatas, cientistas, ativistas e especialistas em sistemas energéticos chegaram sabendo que a questão não era se a extração tem de acabar (sabe-se que sim); a questão em cima da mesa ia mais além: como é que organizamos esse abandono de forma justa e equitativa?
Nas palavras de Juan Monterrey, enviado climático do Panamá, "Santa Marta é histórica porque esta é a primeira vez que podemos abrir o coração, abrir a mente e ter uma conversa real sem um estúpido ponto de ordem, sem um estúpido processo burocrático que descarrila toda a sessão e nos deixa apenas 10 minutos para falar do que importa." (...)»

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Lembremos post anterior sobre a Conferência de Santa Marta:



«Colombia and the Netherlands will host the First Conference on Transitioning Away from Fossil Fuels. The Conference is designed as a space for countries, subnational governments and other stakeholders that recognize the need to implement a transition away from fossil fuels in a just, orderly and equitable manner, in line with climate goals and the best available science»

 

domingo, 24 de maio de 2026

PENSAMOS QUE TODOS QUEREMOS UMA LISBOA MAIS «VERDE» | e na CML deliberou-se nesse sentido, agora falta o Executivo cumprir ...

 



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EM JEITO DE EFEITOS «COLATERAIS»,
sempre que se fala em «verde»,
 uma vez mais aconteceu
vir à memoria: 

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e de maneira natural relacionamos
 o «verde de Lisboa» com
 as palavras do Papa 
de ontem:

Leia  Itália: Papa denuncia «interesses obscuros» e criminalidade na crise ambiental

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Tecnicamente, vemos o «verde»
que nos vem das árvores 
como parte de um VERDE 
maior igual a SUSTENTABILIDADE
 ou DESENVOLVIMENTO SUTENTÁVEL
que o nosso esquema de 
estimação pretende mostrar:





segunda-feira, 18 de maio de 2026

«Carta Ambiental Ibero-Americana. Compromisso para com as próximas gerações ibero-americanas»

 




«Os desafios da mudança climática, da perda de biodiversidade e da poluição têm efeitos globais e as respostas para os enfrentar exigem o empenhamento e a coordenação de todos os países. A Carta Ambiental Ibero-Americana, adotada na XXVIII Cúpula Ibero-Americana de Santo Domingo, República Dominicana, é o mais importante acordo político assinado no âmbito ibero-americano para responder em conjunto a esta tripla crise global». Veja aqui.




sexta-feira, 15 de maio de 2026

MAIS UMA CAUSA!|«Requalificação do Parque Urbano do Vale da Ameixoeira»| FAÇAMOS OUVIR A NOSSA VOZ JUNTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

 


Saiba mais

Para termos um conhecimento global do que aqui está em causa nada melhor do que ler a  Exposição abaixo do Gabinete do Vereador do PCP - JOÃO FERREIRA - dirigida ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa que de seguida se reproduz:






































Explicitando  as questões expostas, escreve o Vereador: «Assim, nos termos do ponto 1, do artigo 23º do Regimento da Câmara Municipal de Lisboa, publicado no 1º Suplemento do Boletim Municipal nº 157, de 2025/11/20, solicito que me informe sobre o seguinte»:



e há um VÍDEO que descreve
 de maneira impressiva a situação




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Agora, estejamos presente pelo FIM À DEGRADAÇÃO DO PARQUE URBANO DO VALE DA AMEIXOEIRA. Manifestemos a nossa indignação e seguindo as sugestões do Vereador João Ferreira desde logo mandando mensagens ao Presidente da Câmara de Lisboa, aos Responsáveis pelos Espaços Verdes, participando em reuniões ...
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Para facilitar a participação depois de
já serão destinatários:

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e faz sentido, de entre o muito que
podíamos trazer para aqui,
 lembrar este documento


lá se pode ler:

FOREWORD - «The New Urban Agenda represents a shared vision for a better and more sustainable future – one in which all people have equal rights and access to the benefits and opportunities that cities can offer, and in which the international community reconsiders the urban systems and physical form of our urban spaces to achieve this. In this unprecedented era of increasing urbanization, and in the context of the 2030 Agenda for Sustainable Development, the Paris Agreement, and other global development agreements and frameworks, we have reached a critical point in understanding that cities can be the source of solutions to, rather than the cause of, the challenges that our world is facing today. If well-planned and well-managed, urbanization can be a powerful tool for sustainable development for both developing and developed countries. The New Urban Agenda presents a paradigm shift based on the science of cities; it lays out standards and principles for the planning, construction, development, management, and improvement of urban areas along its five main pillars of implementation: national urban policies, urban legislation and regulations, urban planning and design, local economy and municipal finance, and local implementation. It is a resource for every level of government, from national to local; for civil society organizations; the private sector; constituent groups; and for all who call the urban spaces of the world “home” to realize this vision. The New Urban Agenda incorporates a new recognition of the correlation between good urbanization and development. It underlines the linkages between good urbanization and job creation, livelihood opportunities, and improved quality of life, which should be included in every urban renewal policy and strategy. This further highlights the connection between the New Urban Agenda and the 2030 Agenda for Sustainable Development, especially Goal 11 on sustainable cities and communities. (...)».