sábado, 31 de janeiro de 2026

NA CULTURGEST |«Em três momentos, o ciclo O Genoma Urbano observa a cidade como um organismo vivo e pensante»

 


acontecem às 19:00


Genoma Urbano: Cidades Como Organismos Vivos

João Seixas


«As cidades estão a mudar de forma significativa, assim como as ciências que as estudam. Emergem contínuas transformações tecnológicas, económicas e socioculturais que reformulam a vida urbana. Por seu lado, temos vivido tempos de reorientação política e de crise quase permanente, que colocam em causa o próprio direito à cidade. Não obstante, parece claro que será através de novos entendimentos e na consequente transformação dos sistemas e metabolismos das cidades que se decidirá parte significativa das grandes questões contemporâneas. 

Em três momentos, o ciclo O Genoma Urbano observa a cidade como um organismo vivo e pensante. Qual é, afinal, o seu material genético e que elementos definem a urbanidade e a vida urbana? Procurando interligar as ciências para as questões urbanas com campos aparentemente distantes, como a biotecnologia ou as neurociências, pensamos as possibilidades e necessidades de construção de futuros urbanos mais justos e mais sustentáveis. (...)». Saiba mais.

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Ainda

de lá

Que corpo tem uma cidade?
O que fortalece, ou por outro lado, o que enfraquece, os laços entre a população numa cidade?
Que habitação acessível, que novos espaços públicos e que veículos de representação, de ação social e de afirmação política para as cidades do futuro?


e esta nota:

«Neste microsite mergulhamos no tema através de exemplos práticos de projetos que têm sido aplicados em cidades e que têm dado resposta aos tempos de reorientações política e de crise quase permanente que vivemos e que têm colocado em causa o próprio direito à cidade». Vá ver.



sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

NA GULBENKIAN |«Arte e Natureza»

 


«No seguimento da colaboração que se iniciou em 2024 com a prestigiada editora Franco Maria Ricci, o Museu recebeu uma nova proposta de colaboração para uma edição dedicada exclusivamente à Coleção Gulbenkian, desta feita sobre o tema Arte e Natureza. Com esse fito, a investigadora e escritora Susana Neves partiu de uma seleção de doze obras, de diferentes geografias, épocas e tipologias para definir um percurso singular. Também os conservadores do Museu e outros colaboradores contribuíram com escolhas de peças que espelham igualmente essa relação entre Arte e Natureza.

Este livro, que parte da coleção do Museu Calouste Gulbenkian e dos seus jardins, justapõe impressionantes fotografias do acervo com paisagens, convidando a um olhar renovado de obras da Coleção, bem como do espaço exterior que as enquadra. Assim, somos desafiados a refletir sobre o modo como a natureza tem influenciado a criação artística, mas também sobre o impacto que a arte pode ter na nossa perceção e relação com o mundo natural». Saiba mais.

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O livro faz parte de um projeto
maior - veja aqui.




quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

NA GALERIA BELTRÃO COELHO |«Em Busca do Verde Perdido»



“Em Busca do Verde Perdido” traz à sala de exposições um universo onde o verde, nas suas infinitas tonalidades, se transforma em território de memória, urgência e contemplação. A mostra poderá ser visitada até 19 de fevereiro, com entrada livre. «(...)“É com enorme satisfação que recebemos Fátima Branquinho na nossa Galeria, ainda para mais, com um tema tão atual e pertinente como a relação da humanidade com a natureza e com o ambiente que a envolve. A arte deve também desempenhar este papel de sensibilização e promover a reflexão, e esta exposição cumpre ambos os papéis na perfeição", afirma a diretora-geral da Beltrão Coelho, Ana Cantinho. (...)». Leia na integra.