domingo, 15 de fevereiro de 2026

«Circular performance needs standards for definition, measurement and communication»



Circular performance needs standards
for definition, measurement and communication. 
Source: Julia Vann, Trellis Group


«For the last decade, circularity has been one of the most widely-supported ideas in sustainability: keep materials in use longer, design to minimize waste and reduce reliance on virgin materials. Yet, a circular economy hasn’t accelerated at the speed needed to match the scale of resource constraints, rising material costs and value-chain disruptions businesses currently face. 

This isn’t due to lack of interest or intent. It’s because circularity has been trying to scale without the basics needed for any major business transition:
  • Common and shared definitions 
  • Consistent comparable measurement
  • Credible verification methods    
  • A practical way to operate across complex value chains. 
Circularity has had vision, but often lacks a supporting infrastructure. That’s where the Global Circularity Protocol for Business (GCP) comes in. The protocol, developed by the World Business Council for Sustainable Development and One Planet Network, is a common framework for defining and measuring circularity in a consistent way that aids in decision making. By using it, companies can move away from the limitations of pilots and pledges toward performance they can manage, compare, value, disclose and communicate with confidence. (...)».


sábado, 31 de janeiro de 2026

NA CULTURGEST |«Em três momentos, o ciclo O Genoma Urbano observa a cidade como um organismo vivo e pensante»

 


acontecem às 19:00


Genoma Urbano: Cidades Como Organismos Vivos

João Seixas


«As cidades estão a mudar de forma significativa, assim como as ciências que as estudam. Emergem contínuas transformações tecnológicas, económicas e socioculturais que reformulam a vida urbana. Por seu lado, temos vivido tempos de reorientação política e de crise quase permanente, que colocam em causa o próprio direito à cidade. Não obstante, parece claro que será através de novos entendimentos e na consequente transformação dos sistemas e metabolismos das cidades que se decidirá parte significativa das grandes questões contemporâneas. 

Em três momentos, o ciclo O Genoma Urbano observa a cidade como um organismo vivo e pensante. Qual é, afinal, o seu material genético e que elementos definem a urbanidade e a vida urbana? Procurando interligar as ciências para as questões urbanas com campos aparentemente distantes, como a biotecnologia ou as neurociências, pensamos as possibilidades e necessidades de construção de futuros urbanos mais justos e mais sustentáveis. (...)». Saiba mais.

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Ainda

de lá

Que corpo tem uma cidade?
O que fortalece, ou por outro lado, o que enfraquece, os laços entre a população numa cidade?
Que habitação acessível, que novos espaços públicos e que veículos de representação, de ação social e de afirmação política para as cidades do futuro?


e esta nota:

«Neste microsite mergulhamos no tema através de exemplos práticos de projetos que têm sido aplicados em cidades e que têm dado resposta aos tempos de reorientações política e de crise quase permanente que vivemos e que têm colocado em causa o próprio direito à cidade». Vá ver.



sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

NA GULBENKIAN |«Arte e Natureza»

 


«No seguimento da colaboração que se iniciou em 2024 com a prestigiada editora Franco Maria Ricci, o Museu recebeu uma nova proposta de colaboração para uma edição dedicada exclusivamente à Coleção Gulbenkian, desta feita sobre o tema Arte e Natureza. Com esse fito, a investigadora e escritora Susana Neves partiu de uma seleção de doze obras, de diferentes geografias, épocas e tipologias para definir um percurso singular. Também os conservadores do Museu e outros colaboradores contribuíram com escolhas de peças que espelham igualmente essa relação entre Arte e Natureza.

Este livro, que parte da coleção do Museu Calouste Gulbenkian e dos seus jardins, justapõe impressionantes fotografias do acervo com paisagens, convidando a um olhar renovado de obras da Coleção, bem como do espaço exterior que as enquadra. Assim, somos desafiados a refletir sobre o modo como a natureza tem influenciado a criação artística, mas também sobre o impacto que a arte pode ter na nossa perceção e relação com o mundo natural». Saiba mais.

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O livro faz parte de um projeto
maior - veja aqui.