sábado, 1 de agosto de 2026

SIMON PARKIN | «O Jardim Proibido de Leninegrado - Uma história verídica de ciência e sacrifício numa cidade cercada»

 


SINOPSE
«No verão de 1941, os soldados alemães cercaram a cidade russa de Leninegrado - a atual Sampetersburgo - e deram início ao bloqueio mais longo de que há registo histórico. Numa estimativa por defeito, o cerco iria ceifar as vidas de 750 mil pessoas que, na sua maioria, morreram de inanição.
No centro da cidade sob ataque erguia-se um palácio transformado que albergava o maior acervo de plantas vivas jamais reunido - o primeiro banco de sementes do mundo. Depois de se terem malogrado as tentativas de transferir a coleção para outro local, e à medida que os mantimentos diminuíam, os cientistas responsáveis viram-se confrontados com uma decisão terrível: deveriam distribuir os espécimes pela população faminta, ou preservá-los na esperança de que contivessem a solução para pôr termo à fome mundial?
Recorrendo a fontes inéditas, O Jardim Proibido de Leninegrado conta a história notável e comovente dos botânicos que permaneceram no Instituto das Plantas durante os dias mais sombrios do cerco, arriscando as suas vidas em nome da ciência».Saiba mais.



Estamos loucos!

 

 do jornal online AbrilAbril

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Se puder não perca o artigo na integra 
de onde foi tirada a frase



terça-feira, 28 de julho de 2026

«The Paris Agreement made clear that climate commitments require public finance, not just policy ambition»

 


«The Paris Agreement made clear that climate commitments require public finance, not just policy ambition. Countries’ Nationally Determined Contributions (NDCs) set targets, but targets don’t implement themselves—they require public choices about spending, taxation, subsidies, investment and risk. The budget is where climate goals are tested against real action.

The OECD’s Beyond Green Tagging, and the IMF’s guidance on climate-sensitive PFM, each point to the same gap: governments’ climate commitments often don’t match the fiscal systems used to plan, allocate, and account for public money. Yet global attention and negotiations tend to focus on how much climate financing is needed, where it will come from and whether countries are receiving enough support. Too little attention is paid to whether commitments are visible in the budget decisions that determine what is funded, what is taxed (or not), what is prioritized, and what is tracked—and whether spending is assessed for climate impact. (...)». +.

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segunda-feira, 13 de julho de 2026

«ÁGUA»

 


 

A propósito da FALTA DE ÁGUA EM ALMADA muito se tem falado. Em andanças por  África já tivemos ocasiões em que sentimos profundamente o que isso significa. Não ter água para beber, nem para o resto. Com frequência dizemos que «água é tudo». Sentimos necessidade de trazer o assunto para aqui, para quem o desconhece ver como as Nações Unidas trata o PROBLEMA. Temos informação que nos permite que não nos  alheemos dos dramas que por esse mundo fora se vivem relacionados com a falta de água. E fazer o que está ao nosso alcance - desde logo, não a desperdiçar. Como sabemos também existem as catástrofes resultantes do excesso das tempestades. Das cheias ... 

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Naturalmente que o que está  acontecer em ALMADA
é resolúvel. Acontece numa SITUAÇÃO URBANA desenvolvida onde eventualmente a causa estará na falta do que vimos apelidando de «TECNOCRACIA COMPETENTE pilar da democracia». Bem vistas as coisas, até hoje não compreendemos as razões do que está a acontecer, nós que moramos em Lisboa. Mas há residentes em Almada que também não percebem o que se está viver e temos ouvido algumas pessoas porque andamos por lá devido ao Festival de Teatro de Almada que felizmente até hoje não tem sido afetado pelos «cortes». Neste quadro, pensamos ser útil divulgar a posição do PCP que acabámos de conhecer. É a seguinte, e a ideia é saber A VERDADE DOS FACTOS e com ela aprendermos: