sexta-feira, 27 de março de 2026

«A Beleza de Um Corpo Nu Ensaio sobre as cidades»

 


SINOPSE
«Talvez nunca se tenha falado tanto de cidade como hoje e, no entanto, ao longo da história multimilenar deste conceito, se calhar nunca estivemos tão distantes de o entender plenamente.
É, por isso, imperioso tratar a cidade do ponto de vista ontológico. Contudo, perante algo tão concreto, há que ponderar o modo de nos reaproximarmos dessa materialidade.
Aparentando ser um manifesto romântico sobre uma causa perdida, A Beleza de Um Corpo Nu avalia os destroços do conceito de cidade e apela às possibilidades concretas da sua reconstituição.
Com esse intuito velado, o livro percorre mitos, ética, morte, arquitecturas, descendências suburbanas legítimas e ilegítimas e, por fim, a coisa política enquanto razão de ser». Saiba mais.

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Sobre a obra no jornal Público:



Começa assim: «José António Bandeirinha está sentado de frente para o Castelo de São Jorge, num dos sítios que Bernardo Soares aclamou no Livro do Desassossego. Olha. Esse gesto faz parte de uma espécie de manual de boas práticas para quem ama a cidade. Não uma, mas a ideia de cidade. Olhá-la. Bernardo Soares levou essa contemplação para o trecho 50 do seu famoso livro. “... amo o Tejo porque há uma cidade grande à beira dele. Gozo o céu porque o vejo de um quarto andar de rua da Baixa. Nada o campo ou a natureza me pode dar que valha a majestade irregular da cidade tranquila, sob o luar, vista da Graça ou de São Pedro de Alcântara. Não há para mim flores como, sob o sol, o colorido variadíssimo de Lisboa.”
No Miradouro de São Pedro de Alcântara, à hora dos turistas, um arquitecto que pensa as cidades, professor de Arquitectura na Universidade de Coimbra, discípulo de Fernando Távora, como gosta de se definir, pega nesse Bernardo Soares e aproveita-lhe as palavras para falar do natural e do artificial, da dicotomia campo-cidade, da crise que quase sempre se junta a qualquer discurso actual sobre o urbano. E discorre sobre metrópole e subúrbio, enquanto fala do “chão” no qual assenta a coisa política, a democracia.(...)».


«Strengthening resilience to climate change in Europe»

 


sexta-feira, 20 de março de 2026

«forética» | «CSR Europe’s National Partner Organisation in Spain, has released its ESG Trends 2026 report»

 


«Forética, CSR Europe’s National Partner Organisation in Spain, has released its ESG Trends 2026 report


The report examines how sustainability priorities are evolving across Spanish and European businesses, with a clear focus on implementation, competitiveness and regulatory alignment. It reflects many of the conversations taking place across our network: how to translate ESG expectations into strategic decisions that affect capital allocation, governance and long-term performance. As policy frameworks continue to evolve at EU level, insights grounded in company practice are essential. Reports like this help bridge national experience with the wider European dialogue».





quinta-feira, 19 de março de 2026

WBCSD Annual Meeting 2026 | «Geopolitics, trade wars, diverging regulations, misaligned markets, rising physical risk, climate volatility, nature loss, and inequality are reshaping the operating environment for business»

 







«ação que o ar exerce sobre as coisas»

 

«Interessada na ação que o ar exerce sobre as coisas, e procurando recriar essa presença dinâmica - encontrar uma imagem para essa não-imagem -, Inês Mendes Leal apresenta Manual of Clouds Forms and Codes for States of the Sky. O projeto funciona como um guia de leitura das nuvens enquanto imagem do estado meteorológico, que nos revela uma forma para aquilo que não vemos. Integra ainda uma composição sonora construída a partir de gravações recolhidas pela artista entre Portugal, Espanha, França, Suíça e Chile.  Saiba mais.

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sexta-feira, 13 de março de 2026

«Geografias da água»

 


«“A exposição Geografias da Água integra o projeto Desaguar, “iniciativa de criação, mediação e circulação artísticas”, coordenada pela Fundação Bienal de Arte de Cerveira e desenvolvida em parceria com o Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas e com as Galerias Municipais de Loulé, com apoio da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea. Estruturado na articulação territorial entre Vila Nova de Cerveira, Ribeira Brava, na ilha açoriana de São Miguel, e Loulé, no extremo sul do continente português, o projeto assenta na proposta de criar e refletir artisticamente a partir de geografias marcadas pela água – pela sua presença, pelas suas ausências, pelas revelações e ocultações que permite, nos modos como condiciona e liberta as vivências, como define e liberta fronteiras.”». Saiba mais.