«Os fenómenos climáticos extremos estão a tornar-se cada vez mais frequentes. Não só em Portugal — tal como aconteceu há uma semana, quando a depressão “Kristin” assolou várias zonas do país —, mas em todo o mundo. Incêndios florestais, ondas de calor prolongadas, cheias, secas e tempestades não são casos isolados como o eram há uns tempos. Devido à sua frequência e severidade, os impactos são também maiores, na natureza, na população ou nas empresas»
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