sábado, 4 de abril de 2026

«Building the next generation of cyclists»

 

Disponível aqui


«Abstract

Cyclists are not a homogenous population group. While studies highlight distinctions between gender or age, there are significant nuances within such groups. When it comes to children, rapid developments from year to year makes it impossible to consider this portion of the population as a unified group, which poses a challenge for planners seeking to encourage young people to cycle through their teenage years and into adulthood. While young children’s mobility patterns are heavily influenced by their parents, pre-teens and teenagers, in their growing agency, also gain more freedoms and opportunities to move through their living environments as they choose.This planning memo focuses on the unique and dynamic aspects of adolescents in cycling within the Nordic Region. In this publication, we provide: (1) review of Nordic-based academic studies on adolescents and their mobility trends and behaviours; (2) summary of how several Nordic cities and regions have considered this age group within their cycling strategies; (3) cross-Nordic comparisons with regards to legal age restrictions and other regulations that can be both a support and a barrier to adolescent cyclists and micro-mobility users; (4) key takeaways for planning and policymaking». 


sexta-feira, 27 de março de 2026

«A Beleza de Um Corpo Nu _ Ensaio sobre as cidades»

 


SINOPSE
«Talvez nunca se tenha falado tanto de cidade como hoje e, no entanto, ao longo da história multimilenar deste conceito, se calhar nunca estivemos tão distantes de o entender plenamente.
É, por isso, imperioso tratar a cidade do ponto de vista ontológico. Contudo, perante algo tão concreto, há que ponderar o modo de nos reaproximarmos dessa materialidade.
Aparentando ser um manifesto romântico sobre uma causa perdida, A Beleza de Um Corpo Nu avalia os destroços do conceito de cidade e apela às possibilidades concretas da sua reconstituição.
Com esse intuito velado, o livro percorre mitos, ética, morte, arquitecturas, descendências suburbanas legítimas e ilegítimas e, por fim, a coisa política enquanto razão de ser». Saiba mais.

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Sobre a obra no jornal Público:



Começa assim: «José António Bandeirinha está sentado de frente para o Castelo de São Jorge, num dos sítios que Bernardo Soares aclamou no Livro do Desassossego. Olha. Esse gesto faz parte de uma espécie de manual de boas práticas para quem ama a cidade. Não uma, mas a ideia de cidade. Olhá-la. Bernardo Soares levou essa contemplação para o trecho 50 do seu famoso livro. “... amo o Tejo porque há uma cidade grande à beira dele. Gozo o céu porque o vejo de um quarto andar de rua da Baixa. Nada o campo ou a natureza me pode dar que valha a majestade irregular da cidade tranquila, sob o luar, vista da Graça ou de São Pedro de Alcântara. Não há para mim flores como, sob o sol, o colorido variadíssimo de Lisboa.”
No Miradouro de São Pedro de Alcântara, à hora dos turistas, um arquitecto que pensa as cidades, professor de Arquitectura na Universidade de Coimbra, discípulo de Fernando Távora, como gosta de se definir, pega nesse Bernardo Soares e aproveita-lhe as palavras para falar do natural e do artificial, da dicotomia campo-cidade, da crise que quase sempre se junta a qualquer discurso actual sobre o urbano. E discorre sobre metrópole e subúrbio, enquanto fala do “chão” no qual assenta a coisa política, a democracia.(...)».


«Strengthening resilience to climate change in Europe»

 


sexta-feira, 20 de março de 2026

«forética» | «CSR Europe’s National Partner Organisation in Spain, has released its ESG Trends 2026 report»

 


«Forética, CSR Europe’s National Partner Organisation in Spain, has released its ESG Trends 2026 report


The report examines how sustainability priorities are evolving across Spanish and European businesses, with a clear focus on implementation, competitiveness and regulatory alignment. It reflects many of the conversations taking place across our network: how to translate ESG expectations into strategic decisions that affect capital allocation, governance and long-term performance. As policy frameworks continue to evolve at EU level, insights grounded in company practice are essential. Reports like this help bridge national experience with the wider European dialogue».





quinta-feira, 19 de março de 2026

WBCSD Annual Meeting 2026 | «Geopolitics, trade wars, diverging regulations, misaligned markets, rising physical risk, climate volatility, nature loss, and inequality are reshaping the operating environment for business»

 







«ação que o ar exerce sobre as coisas»

 

«Interessada na ação que o ar exerce sobre as coisas, e procurando recriar essa presença dinâmica - encontrar uma imagem para essa não-imagem -, Inês Mendes Leal apresenta Manual of Clouds Forms and Codes for States of the Sky. O projeto funciona como um guia de leitura das nuvens enquanto imagem do estado meteorológico, que nos revela uma forma para aquilo que não vemos. Integra ainda uma composição sonora construída a partir de gravações recolhidas pela artista entre Portugal, Espanha, França, Suíça e Chile.  Saiba mais.

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sexta-feira, 13 de março de 2026

«Geografias da água»

 


«“A exposição Geografias da Água integra o projeto Desaguar, “iniciativa de criação, mediação e circulação artísticas”, coordenada pela Fundação Bienal de Arte de Cerveira e desenvolvida em parceria com o Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas e com as Galerias Municipais de Loulé, com apoio da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea. Estruturado na articulação territorial entre Vila Nova de Cerveira, Ribeira Brava, na ilha açoriana de São Miguel, e Loulé, no extremo sul do continente português, o projeto assenta na proposta de criar e refletir artisticamente a partir de geografias marcadas pela água – pela sua presença, pelas suas ausências, pelas revelações e ocultações que permite, nos modos como condiciona e liberta as vivências, como define e liberta fronteiras.”». Saiba mais.



quinta-feira, 12 de março de 2026

«Enquanto a política continua a decidir no curto prazo, a ciência alerta para a urgência da ação climática. Em entrevista, a presidente da Plataforma para o Crescimento Sustentável, Ivone Rocha, apresenta as conclusões do relatório “Alternativa Sustentável” e defende uma nova ética política para enfrentar a crise climática - o "longotermismo" como forma de alinhar as decisões de hoje com o futuro das próximas gerações. A presidente da Plataforma para o Crescimento Sustentável, Ivone Rocha, apresenta esta quinta-feira, 12 de março, o relatório “Alternativa Sustentável”, no âmbito do III Encontro Sustentável – “Alternativa Sustentável: Novos Valores, Novos Princípios”. O encontro reúne na Gulbenkian, em Lisboa, académicos, decisores políticos e especialistas para discutir novos caminhos para a sustentabilidade num contexto global marcado por crises ambientais, tecnológicas, económicas e geopolíticas. O relatório parte de um diagnóstico claro: existe um desfasamento crescente — e potencialmente perigoso — entre aquilo que a ciência exige para enfrentar a crise climática e aquilo que as políticas públicas conseguem efetivamente entregar. Apesar de algum progresso nos últimos anos, o documento sublinha que o mundo continua “off target” em relação às metas climáticas, num momento em que a ciência aponta para reduções globais de emissões de cerca de 35% para limitar o aquecimento a 2°C e de 55% para 1,5°C até 2035»

 



Excertos

«Enquanto a política continua a decidir no curto prazo, a ciência alerta para a urgência da ação climática. Em entrevista, a presidente da Plataforma para o Crescimento Sustentável, Ivone Rocha, apresenta as conclusões do relatório “Alternativa Sustentável” e defende uma nova ética política para enfrentar a crise climática - o "longotermismo" como forma de alinhar as decisões de hoje com o futuro das próximas gerações.

A presidente da Plataforma para o Crescimento Sustentável, Ivone Rocha, apresenta esta quinta-feira, 12 de março, o relatório “Alternativa Sustentável”, no âmbito do III Encontro Sustentável – “Alternativa Sustentável: Novos Valores, Novos Princípios”. O encontro reúne na Gulbenkian, em Lisboa, académicos, decisores políticos e especialistas para discutir novos caminhos para a sustentabilidade num contexto global marcado por crises ambientais, tecnológicas, económicas e geopolíticas.

O relatório parte de um diagnóstico claro: 

Enquanto a política continua a decidir no curto prazo, a ciência alerta para a urgência da ação climática. Em entrevista, a presidente da Plataforma para o Crescimento Sustentável, Ivone Rocha, apresenta as conclusões do relatório “Alternativa Sustentável” e defende uma nova ética política para enfrentar a crise climática - o "longotermismo" como forma de alinhar as decisões de hoje com o futuro das próximas gerações.

A presidente da Plataforma para o Crescimento Sustentável, Ivone Rocha, apresenta esta quinta-feira, 12 de março, o relatório “Alternativa Sustentável”, no âmbito do III Encontro Sustentável – “Alternativa Sustentável: Novos Valores, Novos Princípios”. O encontro reúne na Gulbenkian, em Lisboa, académicos, decisores políticos e especialistas para discutir novos caminhos para a sustentabilidade num contexto global marcado por crises ambientais, tecnológicas, económicas e geopolíticas.

O relatório parte de um diagnóstico claro: existe um desfasamento crescente — e potencialmente perigoso — entre aquilo que a ciência exige para enfrentar a crise climática e aquilo que as políticas públicas conseguem efetivamente entregar. Apesar de algum progresso nos últimos anos, o documento sublinha que o mundo continua “off target” em relação às metas climáticas, num momento em que a ciência aponta para reduções globais de emissões de cerca de 35% para limitar o aquecimento a 2°C e de 55% para 1,5°C até 2035. Apesar de algum progresso nos últimos anos, o documento sublinha que o mundo continua “off target” em relação às metas climáticas, num momento em que a ciência aponta para reduções globais de emissões de cerca de 35% para limitar o aquecimento a 2°C e de 55% para 1,5°C até 2035.

(...)

O relatório também refere que existe um desfasamento perigoso entre o que a ciência exige e aquilo que a política entrega. O que significa exatamente este diagnóstico?

A ciência demonstra que estamos numa rota que coloca perigosamente em causa o futuro da humanidade. Ela dá-nos dados e evidências claras de que precisamos acelerar a mudança. No entanto, devido aos ciclos políticos curtos e à excessiva partidarização destas matérias, estamos a criar movimentos em direções diferentes. Por isso é urgente consensualizar uma abordagem diferente e preparar um modelo novo. Temos de deixar de olhar para os assuntos em silos e de tentar apenas corrigir o passado. Precisamos construir algo novo para o futuro. Gosto de usar como metáfora um palácio do século XIX que hoje está a cair. É um edifício belíssimo, cheio de história e cultura, mas que já não tem condições de habitabilidade. Precisamos respeitar essa história, mas reestruturar profundamente esse palácio para o adaptar às necessidades atuais. (...)».



sexta-feira, 6 de março de 2026

ASSINALANDO 0 DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2026 | peguemos no Relatório da UNESCO «Re|Shaping Policies For Creativity» para reflexão da Igualdade no ADN das Organizações

 





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«REPORTING MATTERS BRASIL»

 



«O QUE É O REPORTING MATTERs BRASIL?

Baseado em uma metodologia consolidada há mais de 10 anos pelo World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) e pela Radley Yeldar, o estudo examina relatórios de sustentabilidade de grandes empresas brasileiras. O objetivo é traçar um panorama detalhado sobre as melhores práticas, desafios e tendências do relato empresarial, um fator essencial para garantir credibilidade, atratividade para investidores e alinhamento com padrões globais de ESG.

Em sua 3ª edição, o relatório apresenta uma análise técnica e estruturada da maturidade dos relatórios corporativos de sustentabilidade no Brasil, utilizando critérios globais para medir a transparência e a qualidade da comunicação empresarial».

«O Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva, no valor de 50 mil euros, distingue projetos de excelência na área da conservação, recuperação, valorização ou divulgação do património português, imóvel ou móvel»

 








domingo, 1 de março de 2026

«Can capitalism solve climate change?»

 



«The Perspectives Dialogue Series is a flagship public forum of the Columbia Climate School, created to elevate rigorous, solutions-oriented conversations on climate questions that do not have easy answers. Each Dialogue brings together leading voices with distinct perspectives for a respectful, substantive exchange that advances understanding, sharpens the questions, and invites the community into open discourse.

This installment examines a defining discussion in climate economics and policy. Some argue that meeting climate goals requires reducing overall consumption and shrinking parts of the economy. Others contend that technological innovation, new business models, and market-based approaches can drive rapid decarbonization while improving prosperity and equity. The conversation will test underlying assumptions about capitalism, growth, feasibility, and justice and explore what credible pathways forward could look like». Saiba mais.



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

«Europe Sustainable Development Report 2026»

 


«The Europe Sustainable Development Report 2026 (ESDR 2026) provides an independent quantitative assessment of the progress of the European Union, its member states and partner countries on the SDGs. The seventh edition of the ESDR shows that progress on SDGs has stalled in Europe, with declining political prioritization of the SDGs by EU leadership. The report features a foreword by Ambassador David Donoghue and other expert contributions on SDG priorities for Europe ahead».



domingo, 22 de fevereiro de 2026

«Last week, the Trump administration’s Environmental Protection Agency rescinded a long-standing “endangerment” finding that determined greenhouse gas emissions were harmful to public health by accumulating in the biosphere and warming the planet»

 



EM BUSCA DE ENTENDERMOS O APARELHO ESTATAL PORTUGUÊS À LUZ DO PARADIGMA «DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL» IMPULSIONADOS PELAS CATÁSTROFES NATURAIS QUE ESTAMOS A VIVER NO PAÍS | Olhemos para o diploma que cria a «Agência para o Clima I.P»

 



Nem sendo, eventualmente para muitos, do essencial, mas tendo presente as opções institucionais para outras organizações públicas, a nosso ver comparáveis, reparamos na escolha «I.P». Porquê?, sem à partida se ter «nada contra». Mas queremos entender «tudo».  
Acabamos de ler o PREAMBULO - e ficamos perdidos e cansados, mas não vamos desistir e à medida que soubermos mais, e partilhável, assim faremos. Termina assim o Preambulo: «Nesta medida, cria-se uma entidade específica e independente, sob a forma de instituto público, por força da Lei-Quadro dos Institutos Públicos, com uma gestão qualificada, refletindo na sua lei orgânica as especificidades da sua missão e atribuições, com vista ao seu cumprimento do desenvolvimento das políticas na área do clima e à gestão dos fundos nesta área, que desenvolverá as suas atividades tendo por base princípios da boa gestão das políticas públicas e de gestão assentes no rigor e no controlo da receita e da despesa, na transparência, na eficácia de funcionamento e numa gestão efetiva e participada dos vários setores da sua área de intervenção, promovendo uma atuação colaborativa com outras entidades da Administração Pública, empresas, organizações não-governamentais e os cidadãos». Não se querendo ser «deselegante», mas o que é isto! Por exemplo, «gestão qualificada», decreta-se? É isso, manifestações de uma ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA quando a ADMINISTRAÇÃO GESTIONÁRIA enche a boca de tantos e até nos foi prometida ... Já agora, para termos uma GESTÃO PÚBLICA DE QUALIDADE temos de ter ESCOLAS que a isso se dediquem de «alma e coração». É que GESTÃO é ciência e técnica ... Parq quem esteja longe da coisa é começar por ler os livros de PETER DRUCKER - o «Pai da Gestão». Ainda, hoje é muito claro: não confundir a Gestão Pública com a Gestão Empresarial. Certo, há dimensões que são comuns a todas as organizações ... E já que falam nas «não - governamentais» - (ou será que queriam dizer «sem fins lucrativos» equivalente a Terceiro Setor?)  - adiante-se que lembremos a especificidade na esfera da gestão que se ensina e aprende para esta realidade ... Havemos de voltar com estes assuntos, em especial como pensamos estamos a fazer neste post sob o ângulo da REFORMA DO ESTADO (OU SERÁ ADMINISTRAÇÃO?) ...
Para terminarmos com algum «sorriso»: num acontecimento público de há anos um Empresário (infelizmente já não se encontra entre nós) ao tanto ouvir repetir a expressão «não-governamental» lembrou que a sua EMPRESA (no caso um GRUPO EMPRESARIAL) também era isso ... A «ironia» se bem nos lembramos provocou gargalhada e a  reflexão que o autor pretendia ... Mas como se vê o assunto não está resolvido ... Talvez aqui a ACADEMIA tenha as suas culpas. 



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

«In the advice, 'Strengthening resilience to climate change – Recommendations for an effective EU adaptation policy framework', the European Scientific Advisory Board on Climate Change calls on the EU to urgently strengthen its policy framework for effective and coherent adaptation. The report sets out how the EU can reinforce its approach to climate adaptation in the face of escalating and increasingly systemic climate risks»

 

de lá:

«(...) Current adaptation efforts are insufficient

As the planet continues to warm, climate hazards will intensify, bringing frequent, severe, persistent and far-reaching impacts. This could increasingly weaken Europe’s competitiveness, strain public budgets and increase security risks. Without adequate adaptation, impacts will compound, eroding and destabilising Europe’s economic and social foundations. Despite this, adaptation efforts to date remain insufficient to prevent avoidable impacts and to manage escalating climate risks.

Addressing climate risks requires combined and coordinated action across policy domains and governance levels. Local and national action is essential to drive adaptation. At the same time, adaptation efforts face many barriers, and many climate risks are transboundary, affecting critical services, cross-border supply chains, as well as financial and ecological systems. A stronger EU framework can provide coherence and long-term direction, facilitate cooperation and solidarity, and enable Member States to manage their climate risks more effectively.

Adaptation goes beyond climate policy. A robust EU adaptation framework is fundamental to addressing the systemic risks that threaten the security of critical services, food, water and energy, to providing the stability needed to invest in a competitive and innovative economy, and to protecting the health of EU citizens and ecosystems. (...)».

 




quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

«O Parque Metropolitano da Biodiversidade recebe, dia 22 de Fevereiro, uma iniciativa entre a Câmara do Seixal e a Associação Zero para combater o desperdício a nível individual e comunitário através da economia circular.»

 


«Na tarde do próximo domingo, entre as 15h e às 17h, o Parque Metropolitano da Biodiversidade do Seixal irá receber uma sessão de conversa e esclarecimento sobre hábitos de consumo e gestão de recursos do dia-a-dia, a fim de reduzir desperdícios.
«Poupar dinheiro e minimizar o impacto ambiental, promovendo escolhas mais sustentáveis, tanto a nível individual como comunitário», destaca o presidente da Câmara Municipal do Seixal, Paulo Silva, sobre a iniciativa que será dinamizada por Susana Fonseca, vice-presidente da Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável.
A participação é gratuita, porém as vagas são limitadas, exigindo a inscrição prévia no formulário online no site da câmara até às 13h do dia 20 de Fevereiro». Daqui.


domingo, 15 de fevereiro de 2026

«Circular performance needs standards for definition, measurement and communication»



Circular performance needs standards
for definition, measurement and communication. 
Source: Julia Vann, Trellis Group


«For the last decade, circularity has been one of the most widely-supported ideas in sustainability: keep materials in use longer, design to minimize waste and reduce reliance on virgin materials. Yet, a circular economy hasn’t accelerated at the speed needed to match the scale of resource constraints, rising material costs and value-chain disruptions businesses currently face. 

This isn’t due to lack of interest or intent. It’s because circularity has been trying to scale without the basics needed for any major business transition:
  • Common and shared definitions 
  • Consistent comparable measurement
  • Credible verification methods    
  • A practical way to operate across complex value chains. 
Circularity has had vision, but often lacks a supporting infrastructure. That’s where the Global Circularity Protocol for Business (GCP) comes in. The protocol, developed by the World Business Council for Sustainable Development and One Planet Network, is a common framework for defining and measuring circularity in a consistent way that aids in decision making. By using it, companies can move away from the limitations of pilots and pledges toward performance they can manage, compare, value, disclose and communicate with confidence. (...)».


sábado, 31 de janeiro de 2026

NA CULTURGEST |«Em três momentos, o ciclo O Genoma Urbano observa a cidade como um organismo vivo e pensante»

 


acontecem às 19:00


Genoma Urbano: Cidades Como Organismos Vivos

João Seixas


«As cidades estão a mudar de forma significativa, assim como as ciências que as estudam. Emergem contínuas transformações tecnológicas, económicas e socioculturais que reformulam a vida urbana. Por seu lado, temos vivido tempos de reorientação política e de crise quase permanente, que colocam em causa o próprio direito à cidade. Não obstante, parece claro que será através de novos entendimentos e na consequente transformação dos sistemas e metabolismos das cidades que se decidirá parte significativa das grandes questões contemporâneas. 

Em três momentos, o ciclo O Genoma Urbano observa a cidade como um organismo vivo e pensante. Qual é, afinal, o seu material genético e que elementos definem a urbanidade e a vida urbana? Procurando interligar as ciências para as questões urbanas com campos aparentemente distantes, como a biotecnologia ou as neurociências, pensamos as possibilidades e necessidades de construção de futuros urbanos mais justos e mais sustentáveis. (...)». Saiba mais.

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Ainda

de lá

Que corpo tem uma cidade?
O que fortalece, ou por outro lado, o que enfraquece, os laços entre a população numa cidade?
Que habitação acessível, que novos espaços públicos e que veículos de representação, de ação social e de afirmação política para as cidades do futuro?


e esta nota:

«Neste microsite mergulhamos no tema através de exemplos práticos de projetos que têm sido aplicados em cidades e que têm dado resposta aos tempos de reorientações política e de crise quase permanente que vivemos e que têm colocado em causa o próprio direito à cidade». Vá ver.