quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

«Europe Sustainable Development Report 2026»

 


«The Europe Sustainable Development Report 2026 (ESDR 2026) provides an independent quantitative assessment of the progress of the European Union, its member states and partner countries on the SDGs. The seventh edition of the ESDR shows that progress on SDGs has stalled in Europe, with declining political prioritization of the SDGs by EU leadership. The report features a foreword by Ambassador David Donoghue and other expert contributions on SDG priorities for Europe ahead».



domingo, 22 de fevereiro de 2026

«Last week, the Trump administration’s Environmental Protection Agency rescinded a long-standing “endangerment” finding that determined greenhouse gas emissions were harmful to public health by accumulating in the biosphere and warming the planet»

 



EM BUSCA DE ENTENDERMOS O APARELHO ESTATAL PORTUGUÊS À LUZ DO PARADIGMA «DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL» IMPULSIONADOS PELAS CATÁSTROFES NATURAIS QUE ESTAMOS A VIVER NO PAÍS | Olhemos para o diploma que cria a «Agência para o Clima I.P»

 



Nem sendo, eventualmente para muitos, do essencial, mas tendo presente as opções institucionais para outras organizações públicas, a nosso ver comparáveis, reparamos na escolha «I.P». Porquê?, sem à partida se ter «nada contra». Mas queremos entender «tudo».  
Acabamos de ler o PREAMBULO - e ficamos perdidos e cansados, mas não vamos desistir e à medida que soubermos mais, e partilhável, assim faremos. Termina assim o Preambulo: «Nesta medida, cria-se uma entidade específica e independente, sob a forma de instituto público, por força da Lei-Quadro dos Institutos Públicos, com uma gestão qualificada, refletindo na sua lei orgânica as especificidades da sua missão e atribuições, com vista ao seu cumprimento do desenvolvimento das políticas na área do clima e à gestão dos fundos nesta área, que desenvolverá as suas atividades tendo por base princípios da boa gestão das políticas públicas e de gestão assentes no rigor e no controlo da receita e da despesa, na transparência, na eficácia de funcionamento e numa gestão efetiva e participada dos vários setores da sua área de intervenção, promovendo uma atuação colaborativa com outras entidades da Administração Pública, empresas, organizações não-governamentais e os cidadãos». Não se querendo ser «deselegante», mas o que é isto! Por exemplo, «gestão qualificada», decreta-se? É isso, manifestações de uma ADMINISTRAÇÃO LEGALISTA quando a ADMINISTRAÇÃO GESTIONÁRIA enche a boca de tantos e até nos foi prometida ... Já agora, para termos uma GESTÃO PÚBLICA DE QUALIDADE temos de ter ESCOLAS que a isso se dediquem de «alma e coração». É que GESTÃO é ciência e técnica ... Parq quem esteja longe da coisa é começar por ler os livros de PETER DRUCKER - o «Pai da Gestão». Ainda, hoje é muito claro: não confundir a Gestão Pública com a Gestão Empresarial. Certo, há dimensões que são comuns a todas as organizações ... E já que falam nas «não - governamentais» - (ou será que queriam dizer «sem fins lucrativos» equivalente a Terceiro Setor?)  - adiante-se que lembremos a especificidade na esfera da gestão que se ensina e aprende para esta realidade ... Havemos de voltar com estes assuntos, em especial como pensamos estamos a fazer neste post sob o ângulo da REFORMA DO ESTADO (OU SERÁ ADMINISTRAÇÃO?) ...
Para terminarmos com algum «sorriso»: num acontecimento público de há anos um Empresário (infelizmente já não se encontra entre nós) ao tanto ouvir repetir a expressão «não-governamental» lembrou que a sua EMPRESA (no caso um GRUPO EMPRESARIAL) também era isso ... A «ironia» se bem nos lembramos provocou gargalhada e a  reflexão que o autor pretendia ... Mas como se vê o assunto não está resolvido ... Talvez aqui a ACADEMIA tenha as suas culpas. 



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

«In the advice, 'Strengthening resilience to climate change – Recommendations for an effective EU adaptation policy framework', the European Scientific Advisory Board on Climate Change calls on the EU to urgently strengthen its policy framework for effective and coherent adaptation. The report sets out how the EU can reinforce its approach to climate adaptation in the face of escalating and increasingly systemic climate risks»

 

de lá:

«(...) Current adaptation efforts are insufficient

As the planet continues to warm, climate hazards will intensify, bringing frequent, severe, persistent and far-reaching impacts. This could increasingly weaken Europe’s competitiveness, strain public budgets and increase security risks. Without adequate adaptation, impacts will compound, eroding and destabilising Europe’s economic and social foundations. Despite this, adaptation efforts to date remain insufficient to prevent avoidable impacts and to manage escalating climate risks.

Addressing climate risks requires combined and coordinated action across policy domains and governance levels. Local and national action is essential to drive adaptation. At the same time, adaptation efforts face many barriers, and many climate risks are transboundary, affecting critical services, cross-border supply chains, as well as financial and ecological systems. A stronger EU framework can provide coherence and long-term direction, facilitate cooperation and solidarity, and enable Member States to manage their climate risks more effectively.

Adaptation goes beyond climate policy. A robust EU adaptation framework is fundamental to addressing the systemic risks that threaten the security of critical services, food, water and energy, to providing the stability needed to invest in a competitive and innovative economy, and to protecting the health of EU citizens and ecosystems. (...)».

 




quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

«O Parque Metropolitano da Biodiversidade recebe, dia 22 de Fevereiro, uma iniciativa entre a Câmara do Seixal e a Associação Zero para combater o desperdício a nível individual e comunitário através da economia circular.»

 


«Na tarde do próximo domingo, entre as 15h e às 17h, o Parque Metropolitano da Biodiversidade do Seixal irá receber uma sessão de conversa e esclarecimento sobre hábitos de consumo e gestão de recursos do dia-a-dia, a fim de reduzir desperdícios.
«Poupar dinheiro e minimizar o impacto ambiental, promovendo escolhas mais sustentáveis, tanto a nível individual como comunitário», destaca o presidente da Câmara Municipal do Seixal, Paulo Silva, sobre a iniciativa que será dinamizada por Susana Fonseca, vice-presidente da Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável.
A participação é gratuita, porém as vagas são limitadas, exigindo a inscrição prévia no formulário online no site da câmara até às 13h do dia 20 de Fevereiro». Daqui.


domingo, 15 de fevereiro de 2026

«Circular performance needs standards for definition, measurement and communication»



Circular performance needs standards
for definition, measurement and communication. 
Source: Julia Vann, Trellis Group


«For the last decade, circularity has been one of the most widely-supported ideas in sustainability: keep materials in use longer, design to minimize waste and reduce reliance on virgin materials. Yet, a circular economy hasn’t accelerated at the speed needed to match the scale of resource constraints, rising material costs and value-chain disruptions businesses currently face. 

This isn’t due to lack of interest or intent. It’s because circularity has been trying to scale without the basics needed for any major business transition:
  • Common and shared definitions 
  • Consistent comparable measurement
  • Credible verification methods    
  • A practical way to operate across complex value chains. 
Circularity has had vision, but often lacks a supporting infrastructure. That’s where the Global Circularity Protocol for Business (GCP) comes in. The protocol, developed by the World Business Council for Sustainable Development and One Planet Network, is a common framework for defining and measuring circularity in a consistent way that aids in decision making. By using it, companies can move away from the limitations of pilots and pledges toward performance they can manage, compare, value, disclose and communicate with confidence. (...)».


sábado, 31 de janeiro de 2026

NA CULTURGEST |«Em três momentos, o ciclo O Genoma Urbano observa a cidade como um organismo vivo e pensante»

 


acontecem às 19:00


Genoma Urbano: Cidades Como Organismos Vivos

João Seixas


«As cidades estão a mudar de forma significativa, assim como as ciências que as estudam. Emergem contínuas transformações tecnológicas, económicas e socioculturais que reformulam a vida urbana. Por seu lado, temos vivido tempos de reorientação política e de crise quase permanente, que colocam em causa o próprio direito à cidade. Não obstante, parece claro que será através de novos entendimentos e na consequente transformação dos sistemas e metabolismos das cidades que se decidirá parte significativa das grandes questões contemporâneas. 

Em três momentos, o ciclo O Genoma Urbano observa a cidade como um organismo vivo e pensante. Qual é, afinal, o seu material genético e que elementos definem a urbanidade e a vida urbana? Procurando interligar as ciências para as questões urbanas com campos aparentemente distantes, como a biotecnologia ou as neurociências, pensamos as possibilidades e necessidades de construção de futuros urbanos mais justos e mais sustentáveis. (...)». Saiba mais.

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Ainda

de lá

Que corpo tem uma cidade?
O que fortalece, ou por outro lado, o que enfraquece, os laços entre a população numa cidade?
Que habitação acessível, que novos espaços públicos e que veículos de representação, de ação social e de afirmação política para as cidades do futuro?


e esta nota:

«Neste microsite mergulhamos no tema através de exemplos práticos de projetos que têm sido aplicados em cidades e que têm dado resposta aos tempos de reorientações política e de crise quase permanente que vivemos e que têm colocado em causa o próprio direito à cidade». Vá ver.



sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

NA GULBENKIAN |«Arte e Natureza»

 


«No seguimento da colaboração que se iniciou em 2024 com a prestigiada editora Franco Maria Ricci, o Museu recebeu uma nova proposta de colaboração para uma edição dedicada exclusivamente à Coleção Gulbenkian, desta feita sobre o tema Arte e Natureza. Com esse fito, a investigadora e escritora Susana Neves partiu de uma seleção de doze obras, de diferentes geografias, épocas e tipologias para definir um percurso singular. Também os conservadores do Museu e outros colaboradores contribuíram com escolhas de peças que espelham igualmente essa relação entre Arte e Natureza.

Este livro, que parte da coleção do Museu Calouste Gulbenkian e dos seus jardins, justapõe impressionantes fotografias do acervo com paisagens, convidando a um olhar renovado de obras da Coleção, bem como do espaço exterior que as enquadra. Assim, somos desafiados a refletir sobre o modo como a natureza tem influenciado a criação artística, mas também sobre o impacto que a arte pode ter na nossa perceção e relação com o mundo natural». Saiba mais.

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O livro faz parte de um projeto
maior - veja aqui.




quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

NA GALERIA BELTRÃO COELHO |«Em Busca do Verde Perdido»



“Em Busca do Verde Perdido” traz à sala de exposições um universo onde o verde, nas suas infinitas tonalidades, se transforma em território de memória, urgência e contemplação. A mostra poderá ser visitada até 19 de fevereiro, com entrada livre. «(...)“É com enorme satisfação que recebemos Fátima Branquinho na nossa Galeria, ainda para mais, com um tema tão atual e pertinente como a relação da humanidade com a natureza e com o ambiente que a envolve. A arte deve também desempenhar este papel de sensibilização e promover a reflexão, e esta exposição cumpre ambos os papéis na perfeição", afirma a diretora-geral da Beltrão Coelho, Ana Cantinho. (...)». Leia na integra.


domingo, 11 de janeiro de 2026

DO 2026 DE BILL GATES | em particular : «(...)Friends and colleagues often ask me how I stay optimistic in an era with so many challenges and so much polarization. My answer is this: I am still an optimist because I see what innovation accelerated by artificial intelligence will bring. But these days, my optimism comes with footnotes(...)»

 




Excerto em torno das  mudanças climáticas: «(...) Will the world prioritize scaling  innovations that improve equality?
Some problems require doing far more than just letting market incentives take their course.
The first critical area is climate change. Without a large global carbon tax (which is, unfortunately, politically unachievable), market forces do not properly incentivize the creation of technologies to reduce climate-related emissions.
Yet only by replacing all emitting activities with cheaper alternatives will we stop the temperature increase. This is why I started Breakthrough Energy 10 years ago and why I will continue to put billions into innovation.
The world has made meaningful progress in the last decade, cutting projected emissions by more than 40 percent. But we still have a lot of innovation and scaling up to do in tough areas like industrial emissions and aviation. Government policies in rich countries are still critical because unless innovations reach scale, the costs won’t come down and we won’t achieve the impact we need.
If we don’t limit climate change, it will join poverty and infectious disease in causing enormous suffering, especially for the world’s poorest people. Since even in the best case the temperature will continue to go up, we also need to innovate to minimize the negative impacts.
This is called climate adaptation, and a critical example is helping farmers in poor countries with better seeds and better advice so they can grow more even in the face of climate change. Using AI, we will soon be able to provide poor farmers with better advice about weather, prices, crop diseases, and soil than even the richest farmers get today. The foundation has committed $1.4 billion to supporting farmers on the frontlines of extreme weather. (...)».

«Companies like TomorrowNow are developing AI solutions to give smallholder 
farmers real-time information to help them grow their 
harvests, even in the face of a warming climate»


sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

DAVOS | «World leaders from government, business, civil society and academia will convene in Davos to engage in forward-looking discussions to address global issues and set priorities. The call for bold collective action makes the meeting particularly relevant»

 

«World leaders from government, business, civil society and academia will convene in Davos to engage in forward-looking discussions to address global issues and set priorities. The call for bold collective action makes the meeting particularly relevant».

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UM DOS TEMAS




sábado, 3 de janeiro de 2026

LEMBRAR DE 2025 |«A NATUREZA E A GRAÇA» | «Sinto-me habitada pela Natureza, que me proporciona tanta felicidade na sua obediência aos ciclos das estações do ano, mas também sinto o medo quando esta se revolta e traz a destruição e o caos ao mundo. Considero que a Arte pode ajudar a Humanidade a enfrentar com coragem as situações de guerra e da ameaça dos desastres climáticos que nos trazem tanto sofrimento»


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A Natureza e a Graça
«Com esta exposição desejo partilhar obras que são o testemunho da minha ligação à natureza. Este é o mundo das pequenas coisas. É o universo singular das plantas, dos animais, dos objectos, dos humanos que sempre influenciaram a minha vida pessoal e sensível.
Tenho consciência de que tudo está ligado a tudo. Estas obras resultam das minhas emoções, pensamentos, memórias carregadas de beleza.
Ao encontrar na terra uma enxada velha e abandonada, trago-a para a minha pintura porque ela representa um tempo oposto ao mundo da perfeição das máquinas e à robotização que se aproxima e domina a vida dos nossos dias.
Quando desenho e pinto as cerejas, as uvas, os tomates, as azeitonas, as perdizes, dou-lhes um novo sentido.
Nas minhas curas de silêncio e solidão, faço um inventário de uma história colectiva, através destes registos.
Sinto-me habitada pela Natureza, que me proporciona tanta felicidade na sua obediência aos ciclos das estações do ano, mas também sinto o medo quando esta se revolta e traz a destruição e o caos ao mundo.
Considero que a Arte pode ajudar a Humanidade a enfrentar com coragem as situações de guerra e da ameaça dos desastres climáticos que nos trazem tanto sofrimento».
Graça Morais 2025